Perguntas que, se deixar, eu passo a vida respondendo:

1) Como você lê tão rápido?
2) O que são esses papeizinhos colorido que você cola nos livros?
3) Qual a sua edição d'Os Miseráveis?
4) Vai ler Divergente?
5) Quando sai o vídeo sobre Percy Jackson?


1 e 2) a resposta para as perguntas de número 1 e 2 estão neste vídeo:
https://www.youtube.com/watch?v=67xT2EA5STk

3) Tenho duas, ambas da Cosac Naify - a de capa preta e roxa é de 2011 e
a que eu tenho em dois volumes é de 2002

4) Acho que não, hein...

5) Em geral, não respondo perguntas que comecem com "Quando...?"
(o motivo está explicado neste vídeo: https://www.youtube.com/watch?v=yQmJ8gNQtIk)
Prefiro responder com o bom e velho "Quando estiar." Só os fortes entenderão.
Mas, a resposta a essa pergunta é: assim que eu terminar de ler o quinto volume, ok? Estou no quarto volume, falta pouco, falta pouco.....

Amor e Cheesecake (por Hpcharles)


 
Acredito que ninguém, com o mínimo de esclarecimento, duvide que nosso entendimento e filosofia a respeito do amor romântico tenha sido moldado, desde a infância, pelas histórias de príncipes e princesas, pelas comédias românticas e pela propaganda.
Nessas esparrelas, quase que invariavelmente, a mulher é frágil, dependente, e NECESSITA para ser feliz, de um homem que a resgate. A resgate de sua própria vida, já que ela é apresentada sempre como incompleta, entediante ou até insignificante. O pé da princesa deve caber no sapatinho para que ela seja escolhida. O que acordaria a virtude feminina em toda a sua plenitude, é o beijo masculino, que caso não seja concretizado, consignará sono eterno.
Se alguém acha que isso é estorinha antiga, é porque vive em Marte e não ouviu falar de “Crepúsculo”. Sim, Crepúsculo. O sucesso estrondoso de um livro abaixo do medíocre e que foi seguido de uma franquia de filmes piores ainda, demonstra que essa mesma mentalidade, formada bem lá atrás, foi perpetuada geração após geração.
Nessa excrescência juvenil, a protagonista é acometida de um amor tão doentio, que não encontra sentido em sua vida sem ser ao lado de um vampirão afeminado que brilha ao sol. Ela não come,  pouco dorme e, quando dorme, tem pesadelos. Se afasta de todos por meses. De sua família, amigos e escola. Abdica de sua vida e projetos. Pensa em suicídio com frequência, acredita que não há mais sentido em prosseguir. É feita de gato e sapato e, ainda assim, permanece subserviente, aguardando o retorno de seu “salvador”. E tudo isso é apresentado no livro e no filme como algo a ser louvado. A ser exaltado. Fico imaginando quantas meninas sonharam em ser a Bella. Que mensagem, não? O quão pérfido, o quão estúpido é isso? O quão isso se parece com DOENÇA? Daquelas tratadas à base de tarja preta e oração forte.
Não obstante, a tola ficção vendeu como água no deserto. Arrastou multidões de adolescentes aos cinemas. Seus atores principais viraram estrelas de primeiro escalão em Hollywood. Tudo em atendimento ao amor psicótico. Que também precisa, como se não bastasse já ser ruim o bastante, ser perto do impossível. Quanto mais difícil melhor, né?
Essa é outra estultice que foi igualmente difundida. O amor, se for calmo, remansoso, tranquilo, simples, deve ser descartado. Mais uma herança da nossa cultura judaica-cristã? Aquela mesma que transformou o prazer em pecado e, sobretudo, o sofrimento em virtude. É bem provável que exista o dedo dela aí.
Reparem como nessas estorinhas e nas comédias românticas, o casal, antes de concretizar o seu “destino”, precisa se foder de verde e amarelo. É ou não é? Se não sofrer, não apanhar da vida, não ultrapassar a tudo e a todos, não vale porra nenhuma. O cara não pode conhecer a menina, tomar um café, conversar sobre a vida, ir a um cinema e dar tudo certo? Claro que não, cacete! Que merda de relação é essa onde não há sofrimento? Como se contas, doenças, engarrafamento, seu time que está uma merda, não fosse o suficiente.
Pois é, é justamente esse lixo de “patologiazinha” que é vendida e comprada sem se olhar a embalagem, todos os dias. O que prevalece é esse pensamento pequeno burguês, de que para o amor ser legalzão, é preciso uma mulher submissa a ser resgatada por um homem imbecilizado e acomodado em seu, na maioria das vezes, conveniente papel de salvador. Esse é o amor que foi institucionalizado.
Pois eu lhes digo, senhores e senhoras, e desculpem o meu francês: o caralho que isso é amor! Amor não é isso. Pode ser no comercial da Doriana. Mas não no mundo real. E não é porque o amor não se consigna no que você sente, mas sim no que você faz para quem você diz que sente. Qualquer um diz que ama. O mais estúpido dos homens é capaz de dizer que ama alguém. Isso é com ele, importa só a ele. O que importa ao outro, é a atitude em direção ao que afirma.
Seu comprometimento de soma, de compreensão, de parceria. Sua clarividência de que o amor fora das telas não impõe cavalos brancos, viagens transatlânticas ou pérolas negras. O amor verdadeiro é mundano e palpável, sem ser rasteiro ou pedestre.
Pessoa dizia que “não há mais metafísica no mundo senão chocolates” e digo que toda a metafísica também não alcança o sentimento ultra genuíno oriundo de se correr até farmácia a fim de buscar, para quem se ama, o absorvente inesperado em uma noite qualquer, de um dia qualquer.
Amar não é se sobressair, não é flertar com o impossível, não é despertar o outro com um ósculo enfeitiçado. Amar é o contrário disso. Amar é abdicar sem se submeter. É conhecer o pior do outro e saber que foi, também isso, que o fez amar. Amar não é comer junto o faisão pantagruélico, é deixar o último pedaço da cheesecake de fim de semana devorada "em condomínio", para o parceiro. Quanta metafísica existe aí, meus caros amigos? Me digam.
Amar não é construir um pedestal para o seu amor, mas estar perto para evitar a queda, caso ele venha a cair lá de cima por uma vicissitude ordinária da vida. E temos a responsabilidade de fazer isso porque já o pusemos lá em cima faz tempo, mesmo que ele nunca tenha pedido. E também porque dizemos que amamos, mas isso não fará diferença se não agirmos no diapasão do que fora prolatado ou prometido.
Eu fico cada vez mais pasmo com o que fazem com o amor nos dias de hoje. O vulgarizam, o tomam por paixões cotidianas, cospem-lhe nas fuças, pisam em cima...e depois culpam a ele e ao outro. O "amado". A maldita "culpa" nunca é nossa. Quando não deu certo, dizem que é supervalorizado. Que não é tudo isso. Ora, e o das revistas e cinemas não é mesmo. Mas ele nunca teve a pretensão de sair das telas. Você é quem acreditou nisso. Porque sempre te disseram que o amor, para valer a pena, tinha que ser de um certo jeito. Que tinha que vir em uma latinha. Pior ainda, quem sabe você até já o teve mas não percebeu. Por o considerar muito comum, trivial, “sem glamour”. Por não ter sabor de Mentos.
Que bobagem, o amor tem vários sabores. E aí está toda a graça. Ele se reconstrói na conversa e não no sexo. O sexo não impende amor, essa é outra mentira vagabunda acerca dele. Mais uma mentira. Para o sexo, só é preciso tesão, o que é muito diferente.
No amor, o “tesão” é decorrente de muito mais do que o que se vê. Muito mais. É uma palavra atirada. Uma mão apertada. Um telefonema sem motivo. Um olhar só seu. Onde há necessidade de sofrimento aí? É menos amor por ser em paz? O sofrimento é a vida quem traz e não o amor. Se o seu “amor” está te trazendo sofrimento, ele é tudo, menos amor. Você é que acha que é amor. A culpa é sua, não bote na conta do amor.
O seu amor deveria estar ali para te ajudar a atravessar a vida. Não para construir muros. E ele é fundamental porque carregar sozinho o fardo da existência é muito difícil, quiçá insuportável. É preciso dividí-lo, comungá-lo com alguém na estrada. E é isso que queremos. É o que deveríamos querer. E não sermos príncipes de princesas entorpecidas, fragilizadas, mumificadas em contos infantis. O amor, pelo menos aquele no qual acredito e ao qual reverencio, não avaliza e muito menos aprecia, meninas aprisionadas em corpos de mulher. 
Amar é olhar para quem se ama e imediatamente desejar se tornar uma pessoa melhor. É empurrar o parceiro ladeira acima, é entender que o tombo, se acontecer, machucará os dois e aprender que o remédio precisará curar a ambos. Amar é um exercício de desprendimento do narcisismo que nos engessa, nos afastando do verdadeiro mérito que poderíamos ter em nossas conquistas, se descobríssemos que também somos o resultado do que as pessoas a quem amamos fizeram de nós. Amar é, sobretudo, deixar o amado livre para que seja cada vez mais dele próprio, sabendo que, só assim, também será cada vez mais seu.

Entre a alienação voluntária e a depressão compulsória (por Hpcharles)


  
  
                                          “Cada um será tanto mais sociável quanto mais pobre for de espírito, e, em geral,  mais vulgar (o que torna o homem sociável é justamente a sua pobreza interior). Pois, no mundo, não se tem muito além da escolha entre a solidão e a vulgaridade.”
                                                                                                                                                     ―Schopenhauer

                            “Qualquer homem que, aos 40 anos, não é misantropo, nunca gostou dos homens.” 
                                                                                                                                                   ―Nicolas Chamfort


Outro dia um amigo me confidenciou, resignado: “disse à minha mulher que não pretendo fazer mais nenhuma amizade. Estou feliz com as que tenho”. E prosseguiu, confidenciando que sua esposa havia achado horrível aquela assertiva.
O que talvez a moça não tenha percebido, é que a afirmação possuía mais conexão com o que seu marido sentia em relação à sociedade atual do que propriamente com a suposta indicação de reclusão ou algo que o valha.
E “horrível”, a declaração também não foi. Para alguns parecerá triste, mas garanto que não é uma visão sem fundamento ou justificativa. Padeço no mesmo dilema. Talvez pela idade, talvez por cansaço, talvez por desânimo, talvez por um pouco de cada.
Nunca neguei que me incluo na classificação filosófica dos pessimistas. Não sou afeto ao imobilismo e muito menos ao conformismo, do qual tenho pavor, tendendo a me dirigir, cada vez mais, por coerência e por absoluta conveniência, para o escapismo. E faço isso, assim como outros tantos, porque não enxergo no cenário a meu redor, qualquer sinal ou possibilidade de mudança no que concerne às relações interpessoais. As trocas, sejam de caráter intelectual ou oriundas de gostos em comum, estão cada vez mais ralas, mais escassas. Mas ei...o problema pode estar muito bem em mim e não nos outros. E de fato torço para que esteja.
Dito isso, penso que, por estrada vicinal, tive sorte. Tenho poucos mas bons amigos, com quem consigo manter a troca de ideias em alerta, tecer um bate-papo ágil, eivado com concordâncias divertidas e o melhor, com discordâncias saudáveis.
Minha esposa, que também é minha melhor amiga, é fonte inesgotável – ao que parece – de interessantes reflexões e dicas. Sejam de livros, músicas ou filmes. Resta ainda, uma meia dúzia de dois ou três náufragos em meu círculo, com quem consigo traçar um conversa despolarizada, fugindo de padrão monolítico, variada em temas e direções.
Claro que possuo inúmeros “conhecidos” e um leque de “colegas” com quem posso tergiversar sobre o resultado do jogo do fim de semana. Mas todos sabemos que não é a mesma coisa. Não é a isso que me refiro. Minha constatação se direciona a algo que não é o assunto óbvio, trivial. Preciso me sentir desafiado. Não tenho interesse em vídeo cassetadas ou em saber quem é o “líder” da semana.
Não tenho interesse em pessoas. Mas anseio por conhecer seus trabalhos, suas ideias. Não me interessam Anitas, Ivetes, Ronaldos, bem como excrescências musicais ou visuais, ou programas de auditório e realities shows. Não me atrai quaisquer exaltação ou culto a celebridades. Não acredito que o futebol, mesmo aquele praticado pelo time que torço, seja indispensável para a minha vida ou para a saúde da nação. Desprezo irremediavelmente noticiários catastróficos, catárticos ou apelativos. Uso apenas uma rede social, que é baseada mais em fotos, me permitindo visualizar com rapidez os equipamentos de música de que gosto e os livros e cotidianos de algumas pessoas que me parecem ser bacanas. Mas não me iludo com essa teia também. Ela é frágil.
Fora isso, admito, de peito aberto, que prefiro os livros, os filmes e minha guitarra, à abissal maioria das pessoas. Tv eu já não sei o que é faz anos. Só vejo os jogos do Flamengo e nada mais. Mas o que haveria a mais? Me digam. Pergunto sem ironias embutidas.
Quando entro em um shopping conto os minutos para sair de lá, tal o barulho e a ansiedade pelo consumo estampado no rosto das pessoas. Nunca entendi direito essa fascinação por shoppings. Um circo onde não há pessoalidade para se adquirir nada, onde a ideia primordial é justamente a supressão da individualidade em detrimento do varejo para a manada.
Faz tempo que esse “comportamento anti-social”, quiçá misantropo, apareceu. No começo lutava contra ele, o rejeitava envergonhado, como um judas que é culpado mesmo sem nunca ter beijado o salvador. Hoje isso mudou. Não posso dizer que tenho orgulho ou garantir que essa opção agregue algum sinal maior de inteligência, pois isso seria tolice e presunção, mas que convivo em paz com tal escolha, isso convivo.
Em uma sociedade que prima pela ambição desmedida, que aprecia a fama fugaz, que enaltece a ganância ao arrepio do bem estar, que promove a exclusão, a divisão, seja ela religiosa ou financeira, que desmerece a educação, educadores, cientistas e pesquisadores, mas entrona artistas de quinta categoria e pseudo celebridades fabricadas a granel por jornais e revistas ordinárias ou viciadas, me parece que o escapismo não é uma saída das piores.
Notei que, com o tempo, essa “alienação” não me deixou menos indignado, e nem deveria, mas pelo menos não me deprimo com tanta frequência ao abrir um jornal coalhado de atrocidades, descritas com requintes de morbidez, quase de sadismo. Não me chateio tanto quanto antes, quando, cada vez que ligava a televisão, ela vomitava mesmices, músicas para néscios, programas cuidadosamente criados para apedeutas e noticiários tão rasos e parciais, que me davam náuseas. Definitivamente isso não me traz apelo e continuo a me questionar se deveria trazer para alguém.
Que fique cristalino que isso não significa querer desconhecer ou fechar os olhos para questões e atualidades realmente relevantes no mundo que nos cerca. Mas sim, ao tomar conhecimento delas, saber onde, como e com quem pesquisa-las, compreendê-las e discuti-las. Até porque, ler notícias em Internet ou escutá-las em emissoras de tv, sem se dar ao trabalho de verificar sua veracidade ou procedência, passando imediatamente a tomá-las como verdade e a reproduzi-las como fatos é, no mínimo burrice e, no máximo, imprudência.
Sendo assim, meus caros amigos, me deparei com a questão que dá título ao texto. O que seria melhor, face ao nefasto quadro apresentado, se assim você também o enxergasse? Permanecermos atentos às trivialidades, futilidades e banalidades que nos enfiam goela a baixo todos os dias e, por consequência, ficarmos deprimidos por realmente não desejarmos “comer na mesma mesa”? Ou nos alienarmos em poucas, mas frutíferas relações, com trocas genuínas e profícuas? O que é mais produtivo? O trânsito pedestre, catando as migalhas largadas pela mídia profissional, ou a abdicação consciente da coprofagia perpetuada e incentivada pelos "sapientes" meios de comunicação? Alienação voluntária ou depressão compulsória?
É claro que para outros, não para mim pois não as vislumbro, pode haver uma terceira ou quarta alternativa. As experiências e entendimentos aqui narrados são anedóticos, pessoais, não precisam valer para mais ninguém. No entanto, acho justo e relevante que se pergunte: será que realmente se abdicar dessa realidade propagandeada, cuspida diariamente nas telas e jornais, essa opção por se limitar a amizades escolhidas a dedo, ao arrepio do contador de "amigos" que varia no compasso de “clicks” de mouse, a preferência pela companhia de bons livros e de magníficos filmes cheios de ideias e referências construtivas, faria de mim, efetivamente, um “alienado”?  Essa “misantropia calculada”, essa “anti socialidade ofensiva”, essa fuga à regra, “in casu”, contém coeficiente bastante de patologia para ser condenada?
Caso positivo, e em nenhum momento nego que não, me digam, por obséquio, qual é a virtude de quem consome lixo? De quem abana o rabo sem sequer saber quem é seu dono. De quem não faz a menor ideia aonde está o galo ou por que ele canta mas, ainda assim, adora ser acordado com um cacarejo. Poderá ser alegado que são mais felizes. Sim, é possível que sejam. Mas uma pergunta ainda persiste: quem é o verdadeiro alienado?

Harper Lee, escritora de um clássico só



Nelle Harper Lee nasceu em 1926 no Alabama, Estados Unidos.

Conhecida, primeiro, como a melhor amiga e confidente de Truman Capote, era a acompanhante "wallflower" dele nos eventos sociais da alta roda americana durante os anos de ouro do cinema holywoodiano (década de 50).

Filha de um advogado e de uma dona de casa dedicada, Harper Lee foi boa filha, boa aluna, estudou literatura e em 1960 escreveu seu único e incrível livro chamado To Kill a Mockingbird (conhecido em terras tupiniquins como O Sol é Para Todos).

O livro contém diversos elementos autobiográficos e virou filme 1 anos após a publicação do livro. Lee acompanhou a produção do filme de perto, tornando-se amiga do protagonista Gregory Peck que interpretava seu “pai” no filme.

Filme este que é impecável – tanto quanto o livro.

Harper Lee ao lado da atriz mirim que interpretou Scout, personagem baseada nela mesma
Inacreditavelmente, To kill a Mockinbird quase foi banido como “literatura imoral” por algumas escolas note-americanas pelo seu claro posicionamento anti-racismo bem como suas duras críticas a determinadas comunidades cristãs, e respondeu da seguinte forma (e que me perdoe quem não lê em inglês ;) :

“Recently I have received echoes down this way of the Hanover County School Board's activities, and what I've heard makes me wonder if any of its members can read.
Surely it is plain to the simplest intelligence that “To Kill a Mockingbird” spells out in words of seldom more than two syllables a code of honor and conduct, Christian in its ethic, that is the heritage of all Southerners. To hear that the novel is "immoral" has made me count the years between now and 1984, for I have yet to come across a better example of doublethink
I feel, however, that the problem is one of illiteracy, not Marxism. Therefore I enclose a small contribution to the Beadle Bumble Fund that I hope will be used to enroll the Hanover County School Board in any first grade of its choice.”
Excelente resposta.
Avessa a entrevistas e a aparições públicas, a escritora (ou seria ex-escritora?) de 86 anos ainda recebe inumeras homenagens
No ano passado, fiz um vídeo para meu canal no youtube falando sobre o livro e o filme ;)

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