<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-123080350566866201</id><updated>2012-05-30T22:46:37.958-03:00</updated><title type='text'>TINY little ThInGs</title><subtitle type='html'></subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://frappuccinomochabranco.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/123080350566866201/posts/default'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://frappuccinomochabranco.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><link rel='next' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/123080350566866201/posts/default?start-index=26&amp;max-results=25'/><author><name>tatiana</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09199012043949838288</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-LEsa0wpaJd8/TwYxaTH2VXI/AAAAAAAAA94/b8gIzykD1Wc/s220/IMG_0030%255B1%255D.JPG'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>240</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>25</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-123080350566866201.post-4998148680119225851</id><published>2012-05-28T20:39:00.000-03:00</published><updated>2012-05-28T21:17:25.218-03:00</updated><title type='text'>Sexo e Sashimi (por Hpcharles)</title><content type='html'>&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-q8Pc0yd5Kn8/T8QMbgmQ-gI/AAAAAAAABJQ/7g3PtyiuvvU/s1600/Untitled.png" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="121" src="http://1.bp.blogspot.com/-q8Pc0yd5Kn8/T8QMbgmQ-gI/AAAAAAAABJQ/7g3PtyiuvvU/s200/Untitled.png" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;Me lembro bem da primeira vez que fui comer comida japonesa. Um misto de curiosidade e apreensão residia em minha cabeça. Acho que é consenso que, para o ocidental, não é usual comer peixe cru. Não foi educado assim. Ainda mais no Brasil. Hoje em dia todo mundo come e posso dizer, sem medo de errar, que é minha comida preferida. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;De qualquer maneira, o sabor e o “ritual” são &lt;i&gt;sui generes&lt;/i&gt;. Existe um certo procedimento, uma certa ordem, que diferem do habitual. Guardanapo cozido e comida crua é estranho para nós tupiniquins. Mas, ainda assim, quis muito experimentar e pasmem...é minha primeira opção. Sempre!&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;Admito que são raros os casos que conheço em que pessoas gostam de primeira. Comigo mesmo não foi assim. Mas lá pela terceira ou quarta vez, já estava viciado. Freud dizia com propriedade que, o ser humano depois que desfruta de um prazer, jamais abdicará dele. Pode até não praticar a conduta, mas o desejo ficará ali, adormecido.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;Imagine se fizesse biquinho e me negasse a ir até o bendito restaurante apenas po&lt;/span&gt;rque achava estranho ou não sabia muito a respeito. Quanta diversão, quantos sabores teria perdido.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;Acho que no sexo muita gente faz isso. Pelo mesmo motivo e mais alguns. Medo, desconhecimento, preconceito, religião e até preguiça. Isso é triste pra cacete. Vejo relações se esfacelando, escuto depoimentos lamentáveis de amigos, deslealdades imperdoáveis entre jovens casais por conta de se locupletarem, de se boicotarem em seus próprios ninhos. O festejado psicanalista José Ângelo Gaiarsa nos ensina de forma brilhante que o problema é que hoje em dia, entre a certeza do sofrer e a incerteza do prazer, optamos em ficar com o sofrimento, consignando a estúpida escolha do tipo, "tá uma merda, mas é uma merda segura".&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;Cheguei à conclusão de que boa parte das relações que terminam por causa de sexo, não ocorrem pelo sexo praticado, mas sim pelo sexo que NÃO foi perpetuado. Pelo desejo contido, pela intimidade não comungada, pelo prazer bobamente furtado.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;Tenho a felicidade de ter amigos e amigas (um dia farei um texto sobre amizade entre homens e mulheres, é promessa) e as reclamações são sempre as mesmas. Recorrentes, passivas, de dedo de seta. A culpa normalmente é do outro. Será mesmo? &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;Talvez por ter sido criado com uma certa liberdade intelectual, não tenha tido problemas relevantes nessa seara, mas pelo que escuto, pareço ser exceção. Os relatos são de dar dó. Mulheres mal amadas, homens precoces. Frigidez e “paumolescência” a três por quatro. &amp;nbsp;Lembro sempre de Nelson rodrigues, que &amp;nbsp;em seu irônico conservadorismo afirmava que, “a mulher ideal deve ser dama na mesa e puta na cama”. Porque não, né? Será que ele já vislumbrava a insuficiência sexual hodierna, tratada por moleques de dezoito anos na base do Viagra. Que peso carregam...&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;Escuto de homens, críticas contumazes sobre o desempenho de suas mulheres por exemplo, no quesito sexo oral. Mas quando pergunto se o problema é discutido abertamente, sem mi-mi-mi, a resposta é de que não se sentem à vontade, ou então pior, de que não falam sobre isso com a “esposa, noiva ou namorada”, as catapultando imediatamente para um trono de submissão ao qual não foram consultadas. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;Mas porra! Na moral! E você acha que o pênis vem com instruções? Se você não explica, não mostra o caminho, quer que ela adivinhe? Já sei, é melhor procurar uma profissional ou outra mulher para resolver “suas necessidades”. Tá e quem disse que sua parceira quer ficar no pedestal? O “bagulho” não vem com mapa não, filhão! Tem ensinar meeeesmo! Qual é o problema? Não se amam e tal? Então fala cacete! São namorados mas não são amigos? Que loucura é essa? &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;Aliás, faço um parênteses aqui, porque penso ser pertinente ressaltar que, recomendo fortemente que duvidem muito desses “paladinos da moralidade e dos bons costumes”. Novamente me aproprio de Nelson quando vocifera: “não existem moralistas, apenas falsos moralistas”. &amp;nbsp;Desconfie desse pessoal que diz “a minha mulher não”, “a minha filha não”, “isso é coisa de vagabunda”. Por trás desse pensamento pequenos burgês, bunda suja, anos dourados &lt;i&gt;wannabe&lt;/i&gt;, pode apostar que tem alguém passando a mão na bunda da Lurdinha.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;Com as mulheres é a mesma ladainha: “ah, mas eu quero carinho, não é só penetração não!” Ótimo, concordo plenamente! As mulheres ainda falam e tudo, mas o que enche o saco, pelo que ouço, é que levam duas horas discutindo o assunto. Chega logo para o “neandertalzinho” e diz: “queridão, isso aqui não é brinquedo não! Tem dona ok? Não entra a hora que quer não, a catraca é seletiva!”. Seja direta, homem não curte DR. A mulher deve também, sem fazer disso uma guerra, explicar direitinho, porque de fato, por vezes, esquecemos que o afeto e a intimidade são fundamentais na relação. Mas não escolha o momento do jogo do Flamengo ou entre na frente da televisão na hora do videogame, senão é “pedala” na certa.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;Mas a verdade é que ouço coisas terríveis do tipo: “ah cara, ela diz que tem nojo de sexo oral”! Porra, tem “nojo” de sexo oral? Tá e você está com ela porque mesmo?! É cartão vermelho na criança! Nojo é foda! Acho intransponível. Talvez ela se dê melhor com compras no shopping ou esteja na hora de tentar um abordagem diferente, do tipo, homossexual, por exemplo. Vai que ela funciona melhor com algo que não seja fálico. Mas tem que RESOLVER A QUESTÃO, ao invés de enrolar durante meses ou anos, para depois dizer que estava insatisfeito.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;Fato é que, quem está com você por vezes não percebe, mas é preciso discutir sexo com liberdade. Já ouvi gente que diz que ele (o sexo) não é importante e gente que acha fundamental. Penso que, pragmaticamente, podemos aduzir que, sexo só passa a ser importante quando ele está ruim ou péssimo, pois quando é bom, você mal lembra dele, a não ser é claro, pela vontade de fazê-lo. O que é ótimo!&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;Mas o que vale mesmo é que se converse sem protocolos sobre a questão. VERBALIZE! Nunca vi pudor melhorar a vida sexual de ninguém. Não conheço casos em que repressão gerou orgasmos mais intensos. Digam o que curtem, descubram seus limites, ultrapassem-nos. O sexo deve respeitar apenas a duas regras: ser &lt;b&gt;&lt;u&gt;adulto e consentido&lt;/u&gt;&lt;/b&gt;. O resto é de cada um e varia em função de mil motivos.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;O que me deixa realmente puto é ver gente legal, jovem e bonita, desperdiçando amores, sendo canalha e fazendo desserviços ao outro e a si mesmo, porque não consegue falar. Não sabe se expressar. Gente que sofreu tanto com uma relação que nem parâmetro tem, e, passa indevidamente, a odiar o sexo em si, porque ele o remete ao sofrimento e não ao prazer. Maldita lavagem cerebral judaica cristã! Gente com receio de desenvolver e investir em relações duradouras porque tem medo da intimidade, quando é justamente a intimidade que separa o joio do trigo.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;E por favor, não me entendam mal. Não estou aqui afirmando que tem que dormir de conchinha para ser bom. Acho que sexo com amor é melhor, mas esse papo de que sexo sem amor é ruim, é coisa de quem tá fazendo mal feito. Coisa de nego “borracha fraca” e menina “pepeca seca”.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;Já repararam que tem gente que sequer consegue falar? Não pode dizer “buceta”, tem que ser “pixita”. Não pode dizer “me fode”, tem que ser “fazer amor”. Quê isso caramba?! Dá para ser mais ridículo?! O sexo é o momento de deixar o inconsciente aparecer, de fantasiar mesmo, de soltar o freio de mão! De ser feliz.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;Já ouvi em pleno sexo 21, sandices do tipo: “A Bíblia não deixa”. Fuuuuucccckkkk!!!! Da vontade de gritar: “MORRE ENTÃO EXU SETE CORDAS!!!!!” Novamente: não venha dizer depois que foi boi, que agora tem que comprar um carro com teto solar e tal. Que foi trocado ou trocada. Dizer que o outro não presta, que te traiu. Por favor né? Vamos assumir a responsabilidade.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;“Ah mas eu estou cansada”. Ouviu isso, diga de bate pronto: “posso fazer alguma coisa para você relaxar?” That`s the spirit! Quem disse que tem que fazer o Kama Sutra? Aonde está escrito que precisa ser ginasta romena? Uma punheta tá valendo. Uma chupadinha tá de bom tamanho. E acreditem...faz toda a diferença.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;Se você acha que está tudo bem, tá maravilha, ótimo, mas toda relação progride, tem altos e baixos e é preciso que se entenda que o sexo também sofre com isso, que precisa ser renovado. E se engana redondamente quem acha que o sexo se renova na cama. Ele se renova na conversa, assim como a relação em si. O sexo dura alguma horas, uma noite talvez, mas a relação, quando há, ocupa o resto do dia. Ou você garanhão, acredita que comeu a mulher no motel? Não irmão, você praticou o ato no motel, mas comeu a mulher de verdade, foi no jantar. É isso mesmo! Foi na conversa, no ouvido. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;Problemas sempre aparecerão, não resta a menor dúvida. É conta para pagar, é chefe filho da puta, é o cotidiano te dando tapa na cara. Apesar disso, ainda não inventaram nada melhor do que uma boa foda. Viu gente? Disse foda e ninguém morreu! A polícia não veio me buscar, Jesus não gritou lá de cima que está putinho.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;Por obséquio, quem ficou horrorizado com o texto, foda-se! Literalmente: FODA-SE! Sacou o conselho? Tudo a ver não?! Pois é, mas tem um pessoal tão reprimido que, mesmo nos dias de hoje, nem masturbação pratica. Coisa, diga-se de passagem, que lá no tempo de Noé, já se fazia. Aliás, se tem um personagem que presta em todo o Velho Testamento, é Onã, que segundo o “Bom Livro”, &lt;/span&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;"&lt;i&gt;desperdiçou o seu &lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Esperma"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="color: windowtext; text-decoration: none;"&gt;esperma&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;i&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt; na terra&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;". Ou seja, “tocou uma”, “fez o palhaço chorar”, “acariciou o golfinho”, “espancou o careca”.&lt;/span&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="font-family: Helvetica, sans-serif; font-size: 13pt;"&gt; &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;Mas agora é sério. Não se fechem em seus conceitos. Escutem seus companheiros, tomem a iniciativa, perguntem se está bom. Não dói e é mais barato do que um advogado, trust me on this. Trabalhei durante mais de uma década com direito de família e posso dizer com segurança que, 90% das separações se dão por dinheiro ou...”surprise, surprise”, sexo!&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;Então para quem acha que pode ou deve melhorar em alguma coisa nessa tão polêmica questão, tente fazer diferente. Escolha um dia e quando chegar em casa, faça algo inesperado e voluntário para seu namorado. Até o ridículo vale. Qualquer coisa é melhor do que a mesmice. Mas faça o que fizer, faça com entrega, com dedicação, “pegue de jeito”. Trate ou faça de sua namorada, seu marido ou sua noiva, o seu melhor amigo(a) nesse caminho&lt;a href="http://www.blogger.com/blogger.g?blogID=123080350566866201" name="_GoBack"&gt;&lt;/a&gt; chamado&amp;nbsp;&lt;/span&gt;“juntos”. Uma coisa não deve excluir a outra, isso é bobagem.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;Se não for o momento e a coisa não estiver legal, não empurre para baixo do tapete, bote as cartas na mesa. Eu sei que é difícil demais, mas é melhor resolver do que não resolver. Lixo tem que ser posto para fora. Senão fede.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;No entanto, se estiver tudo bem, saiba que pode melhorar. Sempre pode. Se ela está acostumada com jeito, faça com força. Se ela sempre gostou com força, faça com jeito. Quer saber?! Joga “pras cabeças” e dá uma com força e uma com jeito. Depois dorme de conchinha e não esquece de passar aqui para me agradecer, tá?&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Hpcharles&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/123080350566866201-4998148680119225851?l=frappuccinomochabranco.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://frappuccinomochabranco.blogspot.com/feeds/4998148680119225851/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=123080350566866201&amp;postID=4998148680119225851&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/123080350566866201/posts/default/4998148680119225851'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/123080350566866201/posts/default/4998148680119225851'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://frappuccinomochabranco.blogspot.com/2012/05/sexo-e-sashimi-por-hpcharles.html' title='Sexo e Sashimi (por Hpcharles)'/><author><name>tatiana</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09199012043949838288</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-LEsa0wpaJd8/TwYxaTH2VXI/AAAAAAAAA94/b8gIzykD1Wc/s220/IMG_0030%255B1%255D.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-q8Pc0yd5Kn8/T8QMbgmQ-gI/AAAAAAAABJQ/7g3PtyiuvvU/s72-c/Untitled.png' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-123080350566866201.post-2992411606987228468</id><published>2012-05-27T09:30:00.000-03:00</published><updated>2012-05-27T09:34:14.709-03:00</updated><title type='text'>Ficção Científica Britânica</title><content type='html'>Em uma das escolas em que trabalho, essa semana tivemos uma exposição sobre Ficção Científica Britânica - surpreendentemente interessante.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-AzI8djn4-FU/T8IawdD-6nI/AAAAAAAABEU/PHrxQkrWxfo/s1600/IMG_0253.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="http://1.bp.blogspot.com/-AzI8djn4-FU/T8IawdD-6nI/AAAAAAAABEU/PHrxQkrWxfo/s320/IMG_0253.JPG" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;O Sci-Fi &amp;nbsp;britânico teve início com Mary Shelly &amp;nbsp;- um escândalo nacional na Inglaterra de 1816 por ter, aos18 anos, um filho com o amante, o poeta Percy Shelley que além de famoso era casado.Os dois fugiram de Londres para a Suíça, onde Mary criou sua estória sobre o doutor que junta partes de cadáveres para criar o Moderno Prometeu (que dá o título menos conhecido da obra Frankenstein. Esta obra marca então o início da Ficção Científica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-tGLhfV0wops/T8IbRDeRh3I/AAAAAAAABEc/3qBGTcMctJ8/s1600/IMG_0217.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="http://4.bp.blogspot.com/-tGLhfV0wops/T8IbRDeRh3I/AAAAAAAABEc/3qBGTcMctJ8/s320/IMG_0217.JPG" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;A exposição trouxe, além de Mary Shelley, quadros específicos contando um pouco sobre os principais autores de Sci-fi britânicos:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-O92Tho8ABCw/T8Ibe6vIjRI/AAAAAAAABEk/Ph0zXt_d5so/s1600/IMG_0215.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="http://4.bp.blogspot.com/-O92Tho8ABCw/T8Ibe6vIjRI/AAAAAAAABEk/Ph0zXt_d5so/s320/IMG_0215.JPG" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-Wgv3Z-Wwa5w/T8Ibh_AjM9I/AAAAAAAABEs/ie7JxGr3sMY/s1600/IMG_0216.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="http://1.bp.blogspot.com/-Wgv3Z-Wwa5w/T8Ibh_AjM9I/AAAAAAAABEs/ie7JxGr3sMY/s320/IMG_0216.JPG" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-9BqLGXBv2Po/T8Ibkn0AIzI/AAAAAAAABE0/-DIttI7dEZQ/s1600/IMG_0244.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="http://3.bp.blogspot.com/-9BqLGXBv2Po/T8Ibkn0AIzI/AAAAAAAABE0/-DIttI7dEZQ/s320/IMG_0244.JPG" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-hYMRGCyC3yc/T8IbnfOcRpI/AAAAAAAABE8/copUh9Nhnwg/s1600/IMG_0245.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="http://1.bp.blogspot.com/-hYMRGCyC3yc/T8IbnfOcRpI/AAAAAAAABE8/copUh9Nhnwg/s320/IMG_0245.JPG" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-nEx--xtPXjI/T8IbqcYVy4I/AAAAAAAABFE/4MRRBqepEXo/s1600/IMG_0246.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="http://1.bp.blogspot.com/-nEx--xtPXjI/T8IbqcYVy4I/AAAAAAAABFE/4MRRBqepEXo/s320/IMG_0246.JPG" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-lvaEOmJjGzs/T8IbtYy1R1I/AAAAAAAABFM/F8skLm1_27M/s1600/IMG_0247.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="http://2.bp.blogspot.com/-lvaEOmJjGzs/T8IbtYy1R1I/AAAAAAAABFM/F8skLm1_27M/s320/IMG_0247.JPG" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-TNuoL01hwgg/T8IbwPOxE-I/AAAAAAAABFU/Y1x8pyah9Hw/s1600/IMG_0248.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="http://3.bp.blogspot.com/-TNuoL01hwgg/T8IbwPOxE-I/AAAAAAAABFU/Y1x8pyah9Hw/s320/IMG_0248.JPG" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-O7Cx58ffTqk/T8IbzLKU-4I/AAAAAAAABFc/tgAaRboHuPg/s1600/IMG_0249.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="http://4.bp.blogspot.com/-O7Cx58ffTqk/T8IbzLKU-4I/AAAAAAAABFc/tgAaRboHuPg/s320/IMG_0249.JPG" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-_mmsm8oRmWk/T8Ib2NvGhsI/AAAAAAAABFk/QRR4uVGcBas/s1600/IMG_0250.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="http://4.bp.blogspot.com/-_mmsm8oRmWk/T8Ib2NvGhsI/AAAAAAAABFk/QRR4uVGcBas/s320/IMG_0250.JPG" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-RgKxmkUgpn4/T8Ib5WO8wEI/AAAAAAAABFs/X_DdqzMkNuA/s1600/IMG_0251.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="http://4.bp.blogspot.com/-RgKxmkUgpn4/T8Ib5WO8wEI/AAAAAAAABFs/X_DdqzMkNuA/s320/IMG_0251.JPG" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-0cdoat5rwpA/T8Ib8Yrw0_I/AAAAAAAABF0/Lv0baYWJn2E/s1600/IMG_0255.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="http://3.bp.blogspot.com/-0cdoat5rwpA/T8Ib8Yrw0_I/AAAAAAAABF0/Lv0baYWJn2E/s320/IMG_0255.JPG" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;Além disso, a expo trouxe também uma linha do tempo contando a história e o desenvolvimento da Ficção científica desde a Utopia de Thomas More, escrita escrito em 1516 (a partir de um relado de Américo Vespúcio sobre a ilha de Fernando de Noronha, veja bem) até os dias de hoje:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-zJhjMHaalZU/T8IcWTkr5zI/AAAAAAAABF8/Q4DNeHs-7a8/s1600/IMG_0219.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="http://1.bp.blogspot.com/-zJhjMHaalZU/T8IcWTkr5zI/AAAAAAAABF8/Q4DNeHs-7a8/s320/IMG_0219.JPG" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-zzTRH3cKKiA/T8IcYxNwviI/AAAAAAAABGE/ehFYsE86ESQ/s1600/IMG_0220.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="http://3.bp.blogspot.com/-zzTRH3cKKiA/T8IcYxNwviI/AAAAAAAABGE/ehFYsE86ESQ/s320/IMG_0220.JPG" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-GAwaK8dd9ik/T8IcbxnyOQI/AAAAAAAABGM/prHn3XSCjo8/s1600/IMG_0221.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="http://1.bp.blogspot.com/-GAwaK8dd9ik/T8IcbxnyOQI/AAAAAAAABGM/prHn3XSCjo8/s320/IMG_0221.JPG" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-ayRqCqN6OzI/T8IcfMwE-KI/AAAAAAAABGU/0b7BO6rUN7k/s1600/IMG_0222.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="http://1.bp.blogspot.com/-ayRqCqN6OzI/T8IcfMwE-KI/AAAAAAAABGU/0b7BO6rUN7k/s320/IMG_0222.JPG" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-FLVEFMT6p9A/T8IciCHWBwI/AAAAAAAABGc/mDHMZ9MBewo/s1600/IMG_0223.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="http://2.bp.blogspot.com/-FLVEFMT6p9A/T8IciCHWBwI/AAAAAAAABGc/mDHMZ9MBewo/s320/IMG_0223.JPG" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-dyKFRir6opM/T8IclPgpYNI/AAAAAAAABGk/zLLjQbaQ4Nc/s1600/IMG_0224.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="http://4.bp.blogspot.com/-dyKFRir6opM/T8IclPgpYNI/AAAAAAAABGk/zLLjQbaQ4Nc/s320/IMG_0224.JPG" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-FeZXZk1EW1g/T8IcnyIsMCI/AAAAAAAABGs/zpc3xsBBFBM/s1600/IMG_0225.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="http://2.bp.blogspot.com/-FeZXZk1EW1g/T8IcnyIsMCI/AAAAAAAABGs/zpc3xsBBFBM/s320/IMG_0225.JPG" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-cNIqDFGUJWI/T8Icq13nSPI/AAAAAAAABG0/EUeFv5mjUwQ/s1600/IMG_0226.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="http://2.bp.blogspot.com/-cNIqDFGUJWI/T8Icq13nSPI/AAAAAAAABG0/EUeFv5mjUwQ/s320/IMG_0226.JPG" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-L9sSJFT6GLY/T8Ict5sLNXI/AAAAAAAABG8/qRV4r7UuGeg/s1600/IMG_0227.JPG" imageanchor="1"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="http://4.bp.blogspot.com/-L9sSJFT6GLY/T8Ict5sLNXI/AAAAAAAABG8/qRV4r7UuGeg/s1600/IMG_0227.JPG" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-XGD7vxMWUz8/T8IcwRNVx0I/AAAAAAAABHE/f6bBfNeHduQ/s1600/IMG_0228.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="http://4.bp.blogspot.com/-XGD7vxMWUz8/T8IcwRNVx0I/AAAAAAAABHE/f6bBfNeHduQ/s320/IMG_0228.JPG" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-xVj9XTLzNEA/T8IczEk963I/AAAAAAAABHM/MnXWk6LRGRI/s1600/IMG_0229.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="http://1.bp.blogspot.com/-xVj9XTLzNEA/T8IczEk963I/AAAAAAAABHM/MnXWk6LRGRI/s320/IMG_0229.JPG" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-dMsO-5gaGXo/T8Ic16EjjnI/AAAAAAAABHU/5Sn79XlgVQU/s1600/IMG_0230.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="http://4.bp.blogspot.com/-dMsO-5gaGXo/T8Ic16EjjnI/AAAAAAAABHU/5Sn79XlgVQU/s320/IMG_0230.JPG" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-AanrRfee1ZM/T8Ic4r-IP7I/AAAAAAAABHc/iQNwKA1cra8/s1600/IMG_0231.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="http://2.bp.blogspot.com/-AanrRfee1ZM/T8Ic4r-IP7I/AAAAAAAABHc/iQNwKA1cra8/s320/IMG_0231.JPG" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-UvicxAZRsm8/T8Ic72wBcLI/AAAAAAAABHk/3jILWvnLBp0/s1600/IMG_0232.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="http://2.bp.blogspot.com/-UvicxAZRsm8/T8Ic72wBcLI/AAAAAAAABHk/3jILWvnLBp0/s320/IMG_0232.JPG" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-FysS_HpIKhg/T8Ic-9zUX2I/AAAAAAAABHs/LSUmZtXbEUM/s1600/IMG_0233.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="http://2.bp.blogspot.com/-FysS_HpIKhg/T8Ic-9zUX2I/AAAAAAAABHs/LSUmZtXbEUM/s320/IMG_0233.JPG" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-DYqkS24upSs/T8IdBp_hXxI/AAAAAAAABH0/Effz8bIqGWo/s1600/IMG_0234.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="http://3.bp.blogspot.com/-DYqkS24upSs/T8IdBp_hXxI/AAAAAAAABH0/Effz8bIqGWo/s320/IMG_0234.JPG" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-0HDuHVbVn_U/T8IdEdidEqI/AAAAAAAABH8/JiFvbdp87ZE/s1600/IMG_0235.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="http://1.bp.blogspot.com/-0HDuHVbVn_U/T8IdEdidEqI/AAAAAAAABH8/JiFvbdp87ZE/s320/IMG_0235.JPG" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/--ggI3C31ZuE/T8IdHb9HkxI/AAAAAAAABIE/RlwTx5LHUMg/s1600/IMG_0236.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="http://3.bp.blogspot.com/--ggI3C31ZuE/T8IdHb9HkxI/AAAAAAAABIE/RlwTx5LHUMg/s320/IMG_0236.JPG" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-1EKbefQSTZk/T8IdKfQPA5I/AAAAAAAABIM/XgyIhy8yEQk/s1600/IMG_0237.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="http://2.bp.blogspot.com/-1EKbefQSTZk/T8IdKfQPA5I/AAAAAAAABIM/XgyIhy8yEQk/s320/IMG_0237.JPG" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-Q70q5i2VWcU/T8IdNBHJ0HI/AAAAAAAABIU/GDQoY0Pk94k/s1600/IMG_0238.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="http://4.bp.blogspot.com/-Q70q5i2VWcU/T8IdNBHJ0HI/AAAAAAAABIU/GDQoY0Pk94k/s320/IMG_0238.JPG" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-as38KqYJ9pM/T8IdP0ihvnI/AAAAAAAABIc/q2dT52hbJSk/s1600/IMG_0239.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="http://2.bp.blogspot.com/-as38KqYJ9pM/T8IdP0ihvnI/AAAAAAAABIc/q2dT52hbJSk/s320/IMG_0239.JPG" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-tLMBAeXxm7w/T8IdS7Um9nI/AAAAAAAABIk/LhMSg2F6eyM/s1600/IMG_0240.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="http://1.bp.blogspot.com/-tLMBAeXxm7w/T8IdS7Um9nI/AAAAAAAABIk/LhMSg2F6eyM/s320/IMG_0240.JPG" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-_hqewwbUnxc/T8IdVp8FonI/AAAAAAAABIs/_BnUloZVRgs/s1600/IMG_0241.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="http://4.bp.blogspot.com/-_hqewwbUnxc/T8IdVp8FonI/AAAAAAAABIs/_BnUloZVRgs/s320/IMG_0241.JPG" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-moFmiF2WoDk/T8IdYmpCzKI/AAAAAAAABI0/ZHgRMaQZa-0/s1600/IMG_0242.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="http://3.bp.blogspot.com/-moFmiF2WoDk/T8IdYmpCzKI/AAAAAAAABI0/ZHgRMaQZa-0/s320/IMG_0242.JPG" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-skwaEr7LZWY/T8IdbDbaenI/AAAAAAAABI4/TvbzJybQTKI/s1600/IMG_0243.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="http://3.bp.blogspot.com/-skwaEr7LZWY/T8IdbDbaenI/AAAAAAAABI4/TvbzJybQTKI/s320/IMG_0243.JPG" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-t8VWkc9mAv0/T8IeL9u93wI/AAAAAAAABJE/mGh9twaL5hQ/s1600/IMG_0252.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="http://2.bp.blogspot.com/-t8VWkc9mAv0/T8IeL9u93wI/AAAAAAAABJE/mGh9twaL5hQ/s320/IMG_0252.JPG" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;;)&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/123080350566866201-2992411606987228468?l=frappuccinomochabranco.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://frappuccinomochabranco.blogspot.com/feeds/2992411606987228468/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=123080350566866201&amp;postID=2992411606987228468&amp;isPopup=true' title='7 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/123080350566866201/posts/default/2992411606987228468'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/123080350566866201/posts/default/2992411606987228468'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://frappuccinomochabranco.blogspot.com/2012/05/ficcao-cientifica-britanica.html' title='Ficção Científica Britânica'/><author><name>tatiana</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09199012043949838288</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-LEsa0wpaJd8/TwYxaTH2VXI/AAAAAAAAA94/b8gIzykD1Wc/s220/IMG_0030%255B1%255D.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-AzI8djn4-FU/T8IawdD-6nI/AAAAAAAABEU/PHrxQkrWxfo/s72-c/IMG_0253.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>7</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-123080350566866201.post-302450685165928360</id><published>2012-05-25T19:50:00.000-03:00</published><updated>2012-05-26T19:16:00.018-03:00</updated><title type='text'>O que cabe em uma valise? (por Hpcharles)</title><content type='html'>&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-oaJi8HVNclA/T8ALg0C_d7I/AAAAAAAABEI/18gYNxoOg0Y/s1600/Mala-002.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="240" src="http://1.bp.blogspot.com/-oaJi8HVNclA/T8ALg0C_d7I/AAAAAAAABEI/18gYNxoOg0Y/s320/Mala-002.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;Sabemos que as valises normalmente são pequenas bolsas, maletas ou carteiras, onde se costumam carregar objetos que precisam estar sempre ao alcance de nossas mãos.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style="background-color: rgba(255, 255, 255, 0.917969); color: #222222; font-family: arial, sans-serif; font-size: 13px; text-align: -webkit-auto;"&gt;Nela carregamos via de regra, o que nos é mais importante para o dia a dia, ou o que é utilizado de forma mais comezinha.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;Cada um tem suas manias e necessidades. Talvez não haja uma pessoa igual a outra no mundo, mas isso certamente se acentuaria ainda mais no que cada um considera precípuo, caso precise dispor ao alcance das mãos.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;E então, como você municiaria a sua valise, caso precisasse fazê-lo agora? Hoje. Não há dez anos atrás. Colocaria celular, documentos, dinheiro, cartão de crédito e mais o quê? Mulheres certamente pensariam em maquiagem básica. Homens por sua vez, em um &lt;i&gt;gadget&lt;/i&gt;qualquer, de utilidade duvidosa.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;As possibilidades são infinitas e isso, de certa forma, traduziria um pouco da personalidade do dono de tal maleta. Me parece absolutamente pertinente que, ao olharmos dentro de uma valise, encontrássemos sinais indubitáveis dos gostos e idiossincrasias de quem a compôs.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;Mas e se pudéssemos colocar em nossas valises, a nossa própria alma? Nossos sentimentos, aspirações e características. Agora imagine que alguém encontrasse essa maleta e abrisse. O que será que encontraria? Será que seriam apenas coisas boas? Provavelmente não. Mas a questão é: não somos nós mesmos que escolhemos o que colocar em nossas valises? O que carregamos dentro dela não possui a maior influência oriunda de nosso próprio consentimento? Penso que sim.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;É claro que nem sempre isso é possível. Não filtramos tudo, isso é absolutamente inviável. Às vezes encontramos papel de chiclete, tickets de estacionamento, fatura de contas pagas faz muito tempo. Mas isso tiramos com facilidade. Será que fazemos o mesmo em nossa valise d’alma? Será que de vez em quando limpamos a bolsa? É mais difícil né? O que há para se limpar em nossas consciências? Algum ressentimento? Check! Projeções a serem cuidadas em &lt;i&gt;recamier&lt;/i&gt;? Check! Mas a verdade é que, na maioria das vezes, sequer gostamos de olhar lá para dentro. Pois deveríamos.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;Faz algum tempo, os canais de três vloggers do Youtube vem sendo de forma rotineira atacados em suas propostas, por comentários de cunho absolutamente inapropriado. De modo alienígena, sem cara, vil e o pior...néscio!&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="font-family: &amp;quot;Cambria&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; mso-ansi-language: PT-BR; mso-ascii-theme-font: minor-latin; mso-bidi-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-bidi-language: AR-SA; mso-bidi-theme-font: minor-bidi; mso-fareast-font-family: &amp;quot;MS Mincho&amp;quot;; mso-fareast-language: JA; mso-fareast-theme-font: minor-fareast; mso-hansi-theme-font: minor-latin;"&gt;Antes que perguntem, os canais são o da Juliana Gervarson, o da Tatiana Feltrin e o da Patrícia Pirota. Isso ao que parece, não começou agora.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;Não há sinais indicativos do porquê, se há motivações que sejam intelectuais, ao contrário das pessoais, elas não são apresentadas. Ao que tudo indica, o motivo real é a “pelasacagem” juvenil comungada com vida sexual insatisfatória. Só pode.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;Note que, se uma crítica é feita e só se remete ao nível do “ad hominem”, é meu direito pensar o que quiser. Ou não? Quem faz isso dá esse espaço, compra esse barulho. Motivado ou não. Justo ou injusto. Não importa.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;Toda vez que acontece isso, eu fico pensando no que uma pessoa dessas, carrega em sua valise da alma.&amp;nbsp; Se precisar pegar algo rapidamente, inconscientemente, o que será que sairia dali? Dá um pouco de medo né? Mas dá mesmo é muita pena. Eu disse muita.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;Ora imagine você que, ao arrepio de fazer outras coisas com seu precioso tempo, você cuidasse de tentar passar para os outros, conteúdo gratuito, com um coeficiente de interação e afeto e, em troca recebesse de volta, xingamentos e fuleiragens. Como você se sentiria?&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;Digo e repito: o pior é a falta de justificativa. Não há comentário pontual, não há profundidade analítica, não há porra nenhuma a se aproveitar. Acreditem. Só há a premissa de uma intelectualidade inexistente com um molho agridoce de sandices dignas de Alborgheti. Nada mais. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;Dizer que não gosta, clicar no deslike, não assistir, é direito de todos. Não poderia ser negado nem se se quisesse. Mas ofensa dissociada de conteúdo me lembra perseguição pessoal. Aí a questão entra na seara psicanalítica. Tem que ver o conteúdo da valise, lembram?&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;E olha...pelo andar da carruagem o problema não será nem o que se verá, mas sim o cheiro. Percebam bem, acho patético, mas a “parada” nem foi comigo. Eu mesmo, como gente assim, no café da manhã. Depois de tanto apanhar por ser ateu, tiro “discostas” essa aporrinhação. Já estou acostumado a lidar com o troll. Mas não me lembro de, jamais, ter sido atacado por motivos pessoais. E olha que, quando escolhi o conteúdo, sabia o que esperar. Religião é foda mesmo, a briga é milenar. Mas gente...canais literários?! É isso mesmo? &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;Escrevi um texto recentemente sobre a briguinha em torno do Hunger Games e Crepúsculo, mas isso não é nada que um pacote de Trakinas e a ameaça de proibição de escutar Justin Bieber por uma semana não resolva. Aqui não, aqui o negócio é feito por gente adulta. Ou que deveria se portar como tal, mas não o faz. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;Gente que não critica (apenas pensa que critica), mas odeia ouvir cr&lt;/span&gt;ítica no escutador de pandeiro. Gente que acha que o ouvido dos outros é latrina, que ofensa não tem custo. Gente que se esconde em contas falsas, para ofender. Gente que abusa do anonimato para desculpar a sua própria incompetência em fazer melhor. Gente que não contribui. Com nada. Com absolutamente nada.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;Penso cá com meus botões...será que uma pessoa que perde tempo com isso, teria sua falta sentida quando desse mundo partisse? Não né? Quem iria ao enterro dessa pessoa? O que consignariam em sua lápide? Bom, talvez&amp;nbsp; algum humanitário ainda cuidasse de perder seu tempo para lapidar um “AQUI JAZ UM TROLL”. Sempre soube que falta do que fazer é uma merda, mas sei lá, ainda assim não escolheria um canal literário para proclamar estultices. Além de ser improfícuo, é cafona pra cacete.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;Mas ó, titio vai ensinar mais uma vez tá? SE NÃO FUNDAMENTAR, TODA OPINIÃO É IGUAL! É atestado de burrice e isso é ainda pior do que o xingamento. O som das ferraduras dói mais que os impropérios. Faz mal aos tímpanos e ao estômago.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;Então aqui vai a palavra final sobre o assunto, porque latim nós gastamos com quem merece e muito já se gastou em se tratando de quem é. Vamos tentar fazer um favor a nós mesmos e olhar para dentro de NOSSAS valises primeiro, para só depois então, cuidar das dos outros. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;Vamos lembrar que pau que dá em Chico, dá em Francisco, e que, amanhã talvez, seja você a estar se predispondo a fornecer conteúdo acerca do que quer que seja na internet. Vamos lembrar que ser educado não é favor, é obrigação! E por fim, vamos lembrar que, quem fala o que quer ouve o que não quer. Aprendi isso com sete anos. Tem gente velha que ainda não foi capaz.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;Se nada disso resolveu, se a mensagem não foi compreendida, aí só resta um jeito. E passa pela estrada dos psicofarmacotrópicos. É Haldol na veia galera, porque a questão é de segurança pública e não filosófica. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;Destarte, alguém tem uma balinha aí? Já procurei aqui em minha valise, mas não achei. Achei muita coisa que não prestava e que joguei fora, mas balinha que é bom, nada. Procura direito aí &lt;a href="http://www.blogger.com/blogger.g?blogID=123080350566866201" name="_GoBack"&gt;&lt;/a&gt;que você acha. Se não achar algo que serve, por favor, nesse processo, não use o que não serve. Apenas jogue fora.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Hpcharles&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/123080350566866201-302450685165928360?l=frappuccinomochabranco.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://frappuccinomochabranco.blogspot.com/feeds/302450685165928360/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=123080350566866201&amp;postID=302450685165928360&amp;isPopup=true' title='8 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/123080350566866201/posts/default/302450685165928360'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/123080350566866201/posts/default/302450685165928360'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://frappuccinomochabranco.blogspot.com/2012/05/o-que-cabe-em-uma-valise-por-hpcharles.html' title='O que cabe em uma valise? (por Hpcharles)'/><author><name>tatiana</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09199012043949838288</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-LEsa0wpaJd8/TwYxaTH2VXI/AAAAAAAAA94/b8gIzykD1Wc/s220/IMG_0030%255B1%255D.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-oaJi8HVNclA/T8ALg0C_d7I/AAAAAAAABEI/18gYNxoOg0Y/s72-c/Mala-002.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>8</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-123080350566866201.post-8134589934019771587</id><published>2012-05-22T11:34:00.003-03:00</published><updated>2012-05-25T20:15:33.633-03:00</updated><title type='text'>TATTOO YOU (por Hpcharles)</title><content type='html'>&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-Axa5_6gYr6Q/T71KnhBUFFI/AAAAAAAABD8/-eyL51kFoT8/s1600/download.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://1.bp.blogspot.com/-Axa5_6gYr6Q/T71KnhBUFFI/AAAAAAAABD8/-eyL51kFoT8/s1600/download.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;Enquanto retiro as notas da carteira com o fito de pagar o procedimento, não consigo deixar de reparar a coincidência quase mediúnica ao ouvir os primeiros acordes de “Start me up”, primeira faixa do aclamado álbum dos Stones de 1981.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;O rádio toca alto, as pessoas são diferentes de mim e o ambiente não me é familiar. No entanto, o tatuador, educado, já de luvas para “rabiscar” o próximo cliente, se permite sair de seu habitáculo para se despedir e, com um sorriso de canto de lábios, profetizar um “até a próxima”.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;Senti que a sentença não era meramente a prática, hoje quase em desuso, da polidez, mas era sim, um genuíno exercício de prestidigitação. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;Em minha arrogância de “cubos lógicos”, penso em soltar uma piadinha tosca com referência à Mega-Sena e à Mãe Dinah, mas com igual percepção de cartomante, me contenho e lembro que o sujeito não começou ontem naquele negócio. Me limito então a me despedir. Mais tarde, veria que a decisão fora acertada.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;Já no restaurante para o almoço, olho o pequeno curativo em meu pulso como se fosse uma medalha obtida em “Bastogne”. Hoje eu vejo o quão patético era. Porra HP, um ideograma no pulso? Really?! I mean...really dude?! Você “tava” pensando que era quem porra?! A Giselle Bundchen?&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;Tento em vão, encontrar uma justificativa racional para o desenho do tipo Hello Kitty meets Jaspion. “Sou advogado e não posso fazer algo que apareça muito”, “é para cobrir com o relógio nas audiências”. Só piora a questão. Nada pode desculpar ideograma no pulso. Nada. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;Mas vamos dar um desconto. Eu fui educado em colégio semi-interno católico, com mãe conservadora e cresci ouvindo que fazer tatuagem era quase como usar drogas e ouvir Stairway to Heaven de trás para frente. Tinha que começar por algum lugar. Mas não deixa de ser um pouco ridículo hoje, ainda mais quando olho para a Les Paul no pedestal de meu quarto. &lt;a href="http://www.blogger.com/blogger.g?blogID=123080350566866201" name="_GoBack"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;Vejo o garçom reparando na bandagem e me apresso em dizer orgulhoso: “é uma tatuagem”. Ele não responde e me dá as costas com um pertinente ar de “foda-se, vou cuspir em sua comida”. Eu mereci vai...&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;Mas eu sabia que o melhor se reservaria para o almoço de domingo. Sim, minha mãe saberia que tinha feito uma tatuagem, e, apesar de não lhe dever mais nenhuma satisfação de minha vida, Freud assobiava com desdém em meus ouvidos.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;A primeira “pérola” foi atirada. Mas foi com um estilingue, saca? &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;“Humberto, seu pulso está sujo”. Fuuuuuucccckkkkk!!!!!&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;Como assim, sujo?! É uma tatuagem cacete! Tá, é um ideograma digno de campanha “homoafetiva”, mas não é uma sujeira. Será que tá mal feita? Será que ela não acreditou que fosse uma tatuagem? Será que foi uma dedada bem dada? &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;Minha namorada à época ri alto, mas nota que cometeu um erro ao perceber que olho friamente para o facão separado para cortar o pernil e torno os olhos à ela. Naquele dia pouco mais falou. Sentiu que ali havia história&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;A segunda pérola desce minha goela com gosto de TFP. “E quando você ficar velho meu filho? ”&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;Sério, nunca entendi essa porra. Ué, quando eu estiver velho, “eu tô velho, caramba!”. Que se dane a tatuagem! Quando eu estiver velho, acredito que haverá prioridades do tipo: problema na próstata, dor “nas junta”, catarata, conversa “inteligente” com os porteiros.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;Retruco sem deixar a bola cair: “Olha só mãe, se tiver “encheção” de saco, amanhã mesmo tatuo uma seringa no pescoço e “I love cocaine” dentro de um pentagrama nas costas!”&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;O almoço não foi amistoso, mas foi libertador. Praticamente um mês depois, eu retornava ao estúdio. E dessa vez o “bagulho” ia ser sério.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;O mesmo tatuador aparece com um risinho histriônico no rosto. Pressinto que ele vai perguntar: “E aí champs, vai fazer uma de homem agora?”. Que nada, como sempre, cortês, ele me pergunta se já tenho o desenho.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;Puxo um tribal que cobriria o lado externo de meu bíceps esquerdo. “Chupa essa manga mãe!”&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;Esqueço Édipo por um momento e passo a “aproveitar a dor”. Estranho né? Pois é. Mas percebi que gosto da “operação”. Me culpo e lembro do David Beckham que aduziu ao mesmo “prazer”. Tá bom, o cara tinha TOC também,&amp;nbsp; mas vamos combinar que se você tivesse que ficar ouvindo uma Spice Girl cantar no seu banheiro todo dia, também desenvolveria uma patologia qualquer.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;O sangue é abundante, como é natural nas tatuagens grandes. Não me assusta nem um pouco. Ponho os fones. A adrenalina cuida do resto. Done! Agora sim, caraio! “É faca na caveira!”&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;Saio do estúdio “like a boss” e encerro o problema decidido a comer no pior “fast food” que encontrar. Ideograma “my ass”! “Abre o pão com a unha aí irmão!”&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;Hoje me divirto quando me lembro disso tudo. De lá para cá, mais três vieram. Não me arrependi em nenhum momento. Me arrependo de muita coisa, mas jamais me arrependi dessas tatuagens. Na verdade, não consigo sequer me imaginar sem elas. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;Me lembro do fátidico almoço e vejo que a pergunta de minha mãe teve algum sentido. Oposto, mas teve. Me parece que a velhice, dificilmente seja dissociada do medo da solidão, por quem quer que seja. Ao olhar meu corpo, vejo essas cicatrizes calculadas e elas me trazem um grande alento. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;Marcaram fases, momentos felizes e nem tão felizes, mas TODAS são significativas de algum modo. E isso é bom demais. Leio pequenas frases de Tennessee Willians e Nietzsche em minha pele e vejo que sempre estarei bem acompanhado. Quer velhice melhor do que essa? Com marcas que me lembram a todo momento de que o que vivi foi real. Pigmentos traçando citações de meus ídolos. Quando me for, irão comigo. Solidárias. Leais na dor, agulhadas na alma. Carne viva.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;Nesse instante, lembro de “Having a Coke with You” e procuro algum espaço na cútis. Tem de haver algum lugar para Frank O`hara por aqui. Me visto e saio.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;“E aí dotô, o quê vai ser agora?”&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-3KRdAc_x_0E/T71KiA8G7dI/AAAAAAAABD0/JF70NiVIQN0/s1600/Foto+1.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://1.bp.blogspot.com/-3KRdAc_x_0E/T71KiA8G7dI/AAAAAAAABD0/JF70NiVIQN0/s1600/Foto+1.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Hpcharles&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/123080350566866201-8134589934019771587?l=frappuccinomochabranco.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://frappuccinomochabranco.blogspot.com/feeds/8134589934019771587/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=123080350566866201&amp;postID=8134589934019771587&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/123080350566866201/posts/default/8134589934019771587'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/123080350566866201/posts/default/8134589934019771587'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://frappuccinomochabranco.blogspot.com/2012/05/tattoo-you-por-hpcharles.html' title='TATTOO YOU (por Hpcharles)'/><author><name>tatiana</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09199012043949838288</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-LEsa0wpaJd8/TwYxaTH2VXI/AAAAAAAAA94/b8gIzykD1Wc/s220/IMG_0030%255B1%255D.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-Axa5_6gYr6Q/T71KnhBUFFI/AAAAAAAABD8/-eyL51kFoT8/s72-c/download.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-123080350566866201.post-638952980548190161</id><published>2012-05-20T17:12:00.000-03:00</published><updated>2012-05-20T20:16:29.384-03:00</updated><title type='text'>Então, eu li Borges...</title><content type='html'>&lt;br /&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;“&lt;i&gt;O mundo existe para acabar em um livro.&lt;/i&gt;” (Mallarmé)&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;“&lt;i&gt;Sempre achei que o paraíso seria uma espécie de biblioteca&lt;/i&gt;.” (Jorge Luís Borges)&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-pP_Whd1sYlU/T7lNFipiJSI/AAAAAAAABCQ/LYt7EhwmiGg/s1600/IMG_0202%5B1%5D.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="200" src="http://2.bp.blogspot.com/-pP_Whd1sYlU/T7lNFipiJSI/AAAAAAAABCQ/LYt7EhwmiGg/s200/IMG_0202%5B1%5D.JPG" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Minha história com Borges começa há 5 anos atrás, quando no último ano da graduação tivemos aula de literatura fantástica com uma das melhores professoras de literatura que já tive (Manu vai me ajudar a lembrar o nome dela), que falou de Borges logo no primeiro dia de aula.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-indent: 35.4pt;"&gt;Eu conhecia Cortázar. Eu conhecia Garcia Marquez. Mas nunca tinha ouvido falar de Borges.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-indent: 35.4pt;"&gt;Não me lembro exatamente qual foi o texto trabalhado em aulas (Ruínas Circulares, talvez?), mas saí de lá correndo pra comprar meu Ficções. E devorei o livro. E não entendi metade dele – tive que reler logo em seguida, digerindo conto por conto. E vira-e-mexe, façco questão de reler o Ficções. Porque ele nunca é o mesmo livro. Mas o arrepio na nuca toda vez que me aproximo do final d´As Ruínas Circulares continua o mesmo.&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-UjPb4snUyMg/T7lMsH_ltVI/AAAAAAAABCI/Xmsj5WeeaWQ/s1600/oi.png" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="202" src="http://1.bp.blogspot.com/-UjPb4snUyMg/T7lMsH_ltVI/AAAAAAAABCI/Xmsj5WeeaWQ/s320/oi.png" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-indent: 35.4pt;"&gt;O Aleph, eu comprei na mesma época mas não tinha tido tempo/coragem pra lê-lo. Agora que o fiz, vez por outra me pego confundindo um livro com o outro. Um conto com o outro. Um personagem com o outro. Achei que tinha feito alguma coisa errada, que precisava ler meu Aleph de novo, e foi o que eu fiz – li com mais calma, um conto por dia, pensei sobre, destaquei frases que julguei importantes, e assim que terminei a releitura, continuei com a mesma sensação. Nao teve jeito – vou, pra sempre, confundir um livro com o outro.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-indent: 35.4pt;"&gt;Em uma entrevista fácil de encontrar no youtube, quando perguntado sobre seus contos, Borges responde: “Não me recordo bem dos contos porque confundo facilmente Focções com Aleph” – se até ele os confunde, ufa, que bom.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-indent: 35.4pt;"&gt;Mas contos como A Biblioteca de Babel e O Aleph me fizeram ter pesadelos.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-indent: 35.4pt;"&gt;Não sei se já tinha lido isso em algum lugar, ou se Manu já tinha me dito isso em alguma de nossas conversas, mas de alguma forma associei os contos do Borges com quadros do Escher. A wikipedia me disse que os dois eram contemporâneos (Escher nasceu em 1898, um ano antes de Borges, e morreu em 1972), mas Edwin Williamson que escreveu a biografia que também acabei de ler, não disse em momento algum que os dois se conheceram, ou que Borges conhecia/admirava sua obra.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-indent: 35.4pt;"&gt;Então que todas as vezes que imagino as bibliotecas, os espelhos e labirintos de Borgito, ou seu aleph que contém todo o universo, eu imagino as gravuras de Escher.&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-lMy0a0DPcu4/T7lO-8uOo_I/AAAAAAAABCg/tQTV10uEpIA/s1600/a.png" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="288" src="http://3.bp.blogspot.com/-lMy0a0DPcu4/T7lO-8uOo_I/AAAAAAAABCg/tQTV10uEpIA/s400/a.png" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-EnffYCHZ3vU/T7l6kf8OjAI/AAAAAAAABDQ/At1jcCM2N1A/s1600/IMG_0210%255B1%255D.JPG" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="200" src="http://1.bp.blogspot.com/-EnffYCHZ3vU/T7l6kf8OjAI/AAAAAAAABDQ/At1jcCM2N1A/s200/IMG_0210%255B1%255D.JPG" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;Já o livro dos seres imaginários (escrito em colaboração com Margarita Guerrero, “namoradinha” de Borges na época, segundo o biógrafo), é uma delícia de ser lido. Trata-se de um bestiário, uma mini-enciclopédia de seres imaginários, com explicações breves seguidas por trechos de textos clássicos nos quais estes seres foram citados.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="text-indent: 35.4pt;"&gt;Uma curiosidade que me chamou a atenção ao ler esse livro foi a de que Borges leu CS Lewis (visto que descreve pelo menos duas criaturas descritas pelo autor de Nárnia), mas não leu Tolkien. Tolkien não foi citado nem em seu verbete sobre elfos – por quê será?&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-wPhVSpPILl4/T7lPwjNiMKI/AAAAAAAABCw/eX0dCrVJFqE/s1600/IMG_0207%5B1%5D.JPG" imageanchor="1" style="clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="200" src="http://1.bp.blogspot.com/-wPhVSpPILl4/T7lPwjNiMKI/AAAAAAAABCw/eX0dCrVJFqE/s200/IMG_0207%5B1%5D.JPG" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-indent: 35.4pt;"&gt;Em meio a confusao que eu estava criando em torno dos contos, e misturando loucamente Ficções com O Aleph, resolvi me valer da biblioteca do Mackenzie para fazer pesquisa sobre o autor. Encontrei então 3 títulos, sendo eles: Borges Centenário, que traz resenhas e ensaios sobre Borges, feitos por vários autores convidados, entre eles o Luis Fernando Veríssimo talvez seja o nome mais conhecido. Bom, o livro traz ensaios sobre suas poesias, seus haikais, sobre análises psicanalíticas de seus textos. Outro livro bem simples, que recomendo a qualquer leitor iniciante de Borges, chamado O pensamento vivo de Jorge Luís Borges traz uma miniautobiografia inventada, frases célebres e coisas do tipo – achei divertido. E por último o Borges – Disfarce de Autor, no qual o autor Guilherme Simões Gomes Jr. Analisa os elemntos principais das ficções de Borges ( bibliotecas, memória, duelo, labirinto, espelhos, etc). Devo dizer que minha situação melhorou, compreendi melhor algumas coisas, mas em compensação, a conclusão a qual cheguei é que vou levar uma vida pra compreender Borges como se deve. Apesar de ele mesmo dizer que “A leitura é que dá ao texto seu caráter, é que o cria. A intenção do autor é frequentemente superestimada”. Com isso ele quis dizer que cada leitor vai tirar de um texto aquilo que pra si faz sentido, corresponde com seu conhecimento de mundo, ou que o faça de interessar por um determinado assunto abordado e o fará seguir buscando mais informações sobre aquilo, e, bem isso pode durar pra sempre, e o processo será diferente com cada leitor.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-indent: 35.4pt;"&gt;Ainda falando sobre leitura, Borges acreditava que não há idéias inéditas na literatura. Não inventamos nada, tudo corresponde à memória. O autor de um texto trabalha com a memória, ou melhor, com o esquecimento. &lt;b&gt;O que me leva a pensar que autores que se baseiam em grandes clássicos (que é o que mais se encontra por aí), estão contando com a falta de memória&amp;nbsp; dos leitores, a fim de que não percebamos seus plágios.&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-indent: 35.4pt;"&gt;Porém, Borges dizia que todos os livros são um único livro (e que todos os homens são na verdade um só, mas peraí, que esse assunto é mais complexo, vou tentar chegar lá). Ele achava que os temas da literatura são escassos – o que se faz é acrescentar aqui e ali elementos de determinada geração. Os temas se reciclam. Buscam suas origens quem quer, quem tem coragem e paciência para ler os clássicos. O conto Pierre Menard, autor de Quixote do Ficções fala sobre isso. Sobre um escritor que resolveu reescrever Dom Quixote. E que todos os que decidem reciclar idéias de outras obras na sua própria deveriam ler. E reler.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-indent: 35.4pt;"&gt;Borges acreditava na teoria do cone da memória do Bergson – ele acreditava num cone universal da memória onde as lembranças da humanidade descansam esperando que a geração seguinte resgate e volte a atualizar o conteúdo da memória. Ele mesmo, muitas vezes expressou desejo de desprender-se do conceito de autoria, como fez com seus 3 primeiros livros, renegados. &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-indent: 35.4pt;"&gt;De qualquer forma, o texto literário é na verdade resultante das inúmeras leituras, das vivencias, da reutilização da memória. Portanto, não se pode dizer que nenhuma obra é totalmente original (a não ser o primeiro texto escrito da história da humanidade...). Certo? Estou falando bobagem?&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-indent: 35.4pt;"&gt;Voltando ao Borges, ele então nao se importava com a originalidade.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-indent: 35.4pt;"&gt;Ele achava que os artifícios de toda a literatura fantástica são apenas 4:&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-indent: 35.4pt;"&gt;1 – a obra dentro da obra&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-indent: 35.4pt;"&gt;2 – a contaminação da realidade pelo sonho&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-indent: 35.4pt;"&gt;3 – a viagem no tempo&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-indent: 35.4pt;"&gt;4 – o duplo.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Sobre o item 3, O Milagre Secreto conta a estória do autor condenado a morte por heresia a quem deus concedeu 1 ano para terminar sua obra. Estando os soldados com suas armas apontadas para ele, uma gota de suor começa a escorrer por&amp;nbsp; sua bocheha – o tempo não pára no mundo exterior, mas em sua mente, passa-se um ano. Ele relê sua obra, termina, revisa página por página em sua mente, e ao terminar, a gota de suor cai e os soldados atiram. Das obras que li, este é o único texto que me remeteu a viagem no tempo (?).&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Ele achava também que existem um número determinado de metáforas na literatura, como o tempo e o rio, o viver e o sonhar, etc, etc... ou seja, muito estranho um autor que achava tudo em relação a literatura ser tão limitado ter criado uma obra tão vasta, tão subjetiva e tão sem fronteiras. Estranho não é bem a palavra – está mais para fascinante.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Sobre isso, Bella Jozef em ensaio contido no Centenário, diz o seguinte:&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;“ A obra de Jorge Luis Borges, apesar de sua aparente multiplicidade, conserva uma unidade primordial, as suas constantes indagações sobre o homem, o ser, o tempo, o real e o irreal, com&amp;nbsp; a plena certeza de não poder alcançar o absoluto e conter o universo.”&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;b&gt;Borges – Uma Vida&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-aEhW99ehcJk/T7lPSkLF9lI/AAAAAAAABCo/mMs3QraBRbI/s1600/IMG_0205%5B1%5D.JPG" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="200" src="http://1.bp.blogspot.com/-aEhW99ehcJk/T7lPSkLF9lI/AAAAAAAABCo/mMs3QraBRbI/s200/IMG_0205%5B1%5D.JPG" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Depois de ter lido este livro enorme sobre sua vida e obra (com maior foco em sua vida privada, veja bem), passei a chamá-lo carinhosamente de Borgito. Sério. Sou praticamente da família. O livro é muito detalhado.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Borgito nasceu numa família rica, seus antepassados foram praticaente fundadores da Argentina, foi educado em casa, foi pra escola algumas vezes, mas sofria bullying. Não se formou no segundo grau, &amp;nbsp;veja só você. Mas depois de conhecido mundialmente recebeu vários diplomas de doutorados e afins em diversas universidades mundo afora. Estou falando de Cambridge, Harvard e Sorbonne, entendam. Enquanto Saramago que mal tinha o que comer se formou no segundo grau, fez escola técnica e ralou pra conseguir ser reconhecido nessa vida. Peguei uma leve bronca de Borges ao saber disso. Bem feito pra ele, nunca ganhou o Nobel ( e o Saramago, sim, lálálá).&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Borgito nunca teve lá muita sorte com as mulheres. Se apaixonou por mulheres erradas, e quando se apaixonou por mulheres bacanas, sua mãe, dona Leonor não aprovava. Ah, sim, Borgito morou com a mãe. Até os setenta e poucos anos.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; O livro mostra suas brigas com Perón, seus desafetos, suas amizades (a mais notável com o Adolfo Bioy Cesares, com quem chegou a escrever alguns livros e com quem colaborava.). Casou-se no fim da vida com uma japonesa, 50 anos mais nova do que ele, e tornou-se admirador da cultura oriental.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Era agnóstico ,mas nunca perdeu oportunidades de cutucar a igreja católica, e os cristãos em geral, dizendo que todos eles são cegos, surdos, abobados e desmemoriados. No conto Três Versões de Judas conta como na verdade quem era o verdadeiro filho de deus era Judas. &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;“Os livros canônicos chineses costumam decepcionar, porque lhes falta o caráter patético a que a Bíblia nos acostumou” (em texto sobre a fênix chinesa, no livro dos seres imaginários).&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Mas achava o budismo legal.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Dizia que escritores só fazem literatura&amp;nbsp;pelas seguintes razões:&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-indent: 0px;"&gt;&lt;span style="text-indent: -18pt;"&gt;a) Porque não se gosta da vida que se tem&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-indent: 0px;"&gt;&lt;span style="text-indent: -18pt;"&gt;b) Porque a vida não chega, porque é uma espera que nunca se faz realidade, porque nos falta alguma coisa e não sabemos o que é.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-indent: 0px;"&gt;&lt;span style="text-indent: -18pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Em sua obra, a realidade é dúbia e incerta, o universo é uma unidade n qual a individualidade é ilusão.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;E o principal objetivo de vida de Borgito foi confundir as fronteiras entre realidade e sonho, entre realidade e ficção. E o fez bem.&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-TNbKdP8eo3Q/T7lQAol_eiI/AAAAAAAABC4/_zfogRJI4xU/s1600/IMG_0209%5B1%5D.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="http://2.bp.blogspot.com/-TNbKdP8eo3Q/T7lQAol_eiI/AAAAAAAABC4/_zfogRJI4xU/s320/IMG_0209%5B1%5D.JPG" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/123080350566866201-638952980548190161?l=frappuccinomochabranco.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://frappuccinomochabranco.blogspot.com/feeds/638952980548190161/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=123080350566866201&amp;postID=638952980548190161&amp;isPopup=true' title='8 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/123080350566866201/posts/default/638952980548190161'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/123080350566866201/posts/default/638952980548190161'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://frappuccinomochabranco.blogspot.com/2012/05/entao-eu-li-borges.html' title='Então, eu li Borges...'/><author><name>tatiana</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09199012043949838288</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-LEsa0wpaJd8/TwYxaTH2VXI/AAAAAAAAA94/b8gIzykD1Wc/s220/IMG_0030%255B1%255D.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-pP_Whd1sYlU/T7lNFipiJSI/AAAAAAAABCQ/LYt7EhwmiGg/s72-c/IMG_0202%5B1%5D.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>8</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-123080350566866201.post-5681425068065238009</id><published>2012-05-12T07:57:00.001-03:00</published><updated>2012-05-12T07:57:53.433-03:00</updated><title type='text'>As Caixas de Nossas Vidas (por Hpcharles)</title><content type='html'>Olho para um canto de meu quarto e nele há uma caixa. Nela nada há de materialmente significativo. Alguns cd`s , roupas usadas, itens de higiene pessoal, fotografias que hoje fazem pouco sentido. No entanto, ela me incomoda. Preciso tirá-la de minhas vistas. Porquê?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Existe outro conteúdo dentro dela. Só que é intangível, invisível fora de minha cabeça. Com esse é mais difícil de lidar. Ele é altamente representativo, pessoal. Traduz lembranças, sentimentos difusos. Sei que preciso compreendê-los ao invés de evitá-los. Uma cansativa sensação de fracasso dá um peteleco em meu peito. Me levanto e então prossigo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma questão precisa ser relevada nesse processo. Ela é biológica, mas também é filosófica. O ser humano é o único animal que possui consciência de sua mortalidade. E isso tem um preço caro. Todo conhecimento tem um custo. Talvez venha daí sua dificuldade de lidar com perdas. Sua dificuldade paradoxal de buscar o precípuo para seguir em frente. Encerramento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E essa é a sua maior tarefa ao longo de sua vida. Talvez a única. Lidar com suas perdas. As vitórias todos tiram de letra. A promoção no emprego, o carro novo, aquele beijo que há muito que se queria dar e finalmente aconteceu, o gol do campeonato aos 45 do segundo tempo. Tudo isso desce “redondo”. É fácil, remansoso. Não é preciso preparo, transpiração. Por vezes nem sequer saboreamos. Mas deveríamos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Já com as perdas a história é diferente. A morte de um familiar, a demissão inesperada, o enterro de uma relação. Isso é foda. Com PH e vidro moído. Mas esse é um trabalho que precisa ser feito. Sem esse luto não seguimos em frente. É preciso vivê-lo. Só que ele é amargo, o gosto é de fel.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Certa vez uma grande psicanalista me disse: “mais de 90% das pessoas que sentam em meu divã, o fazem por um mesmo motivo. Culpa.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Culpa porque não fizemos melhor, porque “deveríamos” ter feito melhor. Onde está a minha máquina do tempo? Nos cobramos incessantemente pelo que poderíamos ter feito, em uma atitude que não passa de mera masturbação intelectual. Não podemos mudar o passado. Mas podemos tentar entender nossas atitudes, repartir a culpa, aceitar nossa falibilidade primata e então partir para outra.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Me dispo para o banho e ao olhar no espelho, reparo em meu corpo nu e percebo rugas, pequenas cicatrizes e imperfeições. Porque não as teria também na “alma”? Não pertencem ao mesmo ser? Só não são vistas. Até conseguimos disfarçá-las para os outros, mas não para nós mesmos. Ainda não criaram tal maquiagem. A solução é abraçar o espólio, conviver com ele. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aliás, não concordo muito com a palavra “superação”. Parece coisa de comercial de livro de auto-ajuda. Me parece que convívio, é o vernáculo pertinente “in casu”. Fico abismado quando leio que tal “celebridade” terminou com o “amor de sua vida” ONTEM e hoje declara que hoje são “bons amigos”. Quem são esses super-heróis? Ainda tenho que lidar com o término de minha primeira namorada de quando tinha 15 anos. A questão é que o tempo embalsama a dor. Serve de unguento. Melhora tudo. Mas dá uma chafurdada para você ver? &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A água corre em meus cabelos e, em um arroubo pragmático, decido que ao sair do banho vou esvaziar aquela caixa e pronto. É pá de cal. Um alívio passa correndo pelo chão do banheiro, mas entra no ralo. Falar é fácil. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Invento desculpas e xingo Klüber-Ross. Preciso da caixa para colocar as tranqueiras, é isso. Juro que hoje à noite quando eu voltar do trabalho eu limpo aquela maldita. Estou na fase da “barganha”. Mi-mi-mi puro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Enquanto me enxugo, tomo coragem e resolvo parar de evitar o inevitável. Por minutos, apenas olho para seu conteúdo. Não ouso por minhas mãos lá dentro. Titubeio. A tentação de empurrar o papelão para baixo de um móvel qualquer é grande. Penso com meus botões: “mas para quê mexer nisso? Deixa quieto oras! Não está atrapalhando a passagem”. Mas está...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fazemos tudo para evitar a dor. E esse é o maior problema. Empurramos para baixo do tapete. Fingimos que não vemos. Juramos que nós vamos mudar, os outros nos juram que vão mudar. A dieta começa na segunda. E as caixas vão se acumulando embaixo do armário. Será que ainda tem espaço? &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Decido por derradeiro que o “couro vai comer” e compulsivamente retiro os objetos, separando os que podem ser úteis daqueles que já deixaram de ser úteis faz muito tempo. Mas se já não eram úteis, porque não foram jogados fora antes?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Porra de retentividade mórbida! Me dou conta então de que certas coisas já estavam mortas faz tempo e era eu que insistia em guardá-las. Depois era só colocar a responsabilidade nos ombros do outro, né? “Mea culpa, mea máxima culpa”. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aquele alívio que passou correndo no banheiro, agora estava ali do meu lado, olhando para mim. A tensão diminui. O ritmo e a facilidade da tarefa aumentam, causando surpresa inclusive a mim. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tirei a rejeição, a baixa-estima já saiu, a raiva pulou para fora com a foto do aniversário na casa dos amigos. Dou uma risada quando lembro que odiei aquele dia. Quando me recordo que não queria sequer estar lá. Porque fiz tanta tempestade para limpar essa caixinha? Porque diabos na hora da tristeza, só lembramos das coisas boas e não daquelas que nos trouxeram até aquela situação, em primeiro lugar? Agora vejo com clareza meridiana que tanta coisa já havia perecido e a única coisa que fazia a caixa ser importante era a caixa em si, e não seu conteúdo. Acreditei que ali dentro houvesse um leão, mas jazia um criceto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um sorriso de vitória reside em meu rosto agora. Claro que tenho que me cobrar por não ter feito isso antes. “Olá culpa filha da puta, como vai?”. Tudo tem seu tempo. Mas também não devemos esquecer que somos nós que fazemos nosso tempo. Que a vida é ação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De fato, não limpava a caixa porque não vislumbrava os motivos corretos para fazê-lo. Precisava limpar a caixa não para jogar tudo fora. São só objetos, não significam nada de verdade. Precisava limpar a caixa porque precisava da própria caixa, não do que estava dentro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Precisava da caixa para disponibilizar o espaço. Para poder enchê-la de coisas novas. Não tinha percebido que a caixa é a mesma de sempre. O que colocamos dentro dela é que muda. Como colocar novas fotos, novos empregos, novas roupas, novos amores, se ela ainda está repleta de objetos velhos? Se não há espaço? &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Lembro do brilhantismo de Newton e dou uma gargalhada quando penso na possibilidade do cientista ter descoberto que, “dois corpos não podem ocupar o mesmo lugar no espaço”, tenha ocorrido ao tentar arrumar o baú da esposa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Minha pasta com material de trabalho fica incrivelmente leve. Me visto com alegria e roupas coloridas, despojadas. Ajeito o cabelo e pego as chaves do carro. Mas paro um instante e olho para o mesmo canto do quarto, onde se encontra a mesma caixa. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dessa vez ela não me assusta, pelo contrário. Ela está vazia. É convidativa, atraente. Mal posso esperar para saber o que vou colocar nela. O que estará reservado para aquele espaço. Quais sabores, odores, quais viagens? Qual a cor do cabelo, gosto musical, que filmes entrarão ali? Não importa. O que importa por enquanto é que ela está disponível. Já estava faz muito tempo. Eu é que não via.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Recebo um e-mail no telefone. Um amigo me chamando para seu aniversário. Um novo aniversário. Aceito. Bato a porta. Encerro o assunto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Hpcharles.&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/123080350566866201-5681425068065238009?l=frappuccinomochabranco.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://frappuccinomochabranco.blogspot.com/feeds/5681425068065238009/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=123080350566866201&amp;postID=5681425068065238009&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/123080350566866201/posts/default/5681425068065238009'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/123080350566866201/posts/default/5681425068065238009'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://frappuccinomochabranco.blogspot.com/2012/05/as-caixas-de-nossas-vidas-por-hpcharles.html' title='As Caixas de Nossas Vidas (por Hpcharles)'/><author><name>tatiana</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09199012043949838288</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-LEsa0wpaJd8/TwYxaTH2VXI/AAAAAAAAA94/b8gIzykD1Wc/s220/IMG_0030%255B1%255D.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-123080350566866201.post-923427133289766817</id><published>2012-05-07T19:46:00.000-03:00</published><updated>2012-05-07T19:46:15.289-03:00</updated><title type='text'>ORGULHO de ser MINORIA (por Hpcharles)</title><content type='html'>&lt;br /&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;Parece que tem muita gente preocupada com você. Parece que tem muita gente preocupada com o que você se orgulha. Parece que tem muita gente preocupada com o que você faz com o seu corpo. Parece que tem muita gente preocupada com quem você ama. Já repararam nisso? &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;Já repararam também que, justo essas pessoas que se preocupam com a vida dos outros e com aquilo com que os outros se orgulham, não costumam olhar para as suas próprias vidas. Será que é porque não gostam do que veem? Será que é porque a imagem não é bonita? Será que não possuem reais motivos para ser orgulhar do que tem para dizer?&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;Isso me fez imediatamente lembrar de uma antiga mitologia que contava que Deus teria feito o Ser Humano caminhar em fila indiana carregando duas mochilas: uma no peito e outra nas costas. Na mochila da frente estariam suas qualidades e na que carrega em suas costas estariam seus próprios defeitos. Seria por isso, que o Ser Humano, só consegue ver as suas qualidades e os defeitos dos outros, sem notar que, aquele que segue à sua frente ou às suas costas, verá exatamente o mesmo.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;Será que essas pessoas que se incomodam tanto com o orgulho dessas mesmas minorias que tanto odeiam, não poderiam se incomodar, ao invés disso, com o que sofrem essas minorias? Não seria mais moral? Mais ético? Não seria mais “cristão”? &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;Será que não seria mais importante, mais profícuo, se se importassem que, ainda hoje, tem gente que acha que negros devem subir pelo elevador de serviço? Não seria mais pertinente se repudiassem o fato de haver gente que acredita que homossexuais são “aberrações”? Se compreendessem que ameaçar quem não acredita em seus credos com punições e torturas terríveis é vil, é medieval, é estúpido? &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;Será que não sabem que em pleno 2012, avalizados pela mesma religião e teologia que queimou mulheres por exercer a sua sexualidade, que escravizou incontáveis e que transformou o prazer em pecado e o sofrimento em virtude, ainda existem pais que expulsam seus filhos de casa por serem gays? Mesmo sabendo que antes de serem gays são seus filhos e que antes de serem seus filhos são seres humanos?&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;Será que são tão cegos dentro de suas bolhas bíblicas, que não entendem que ainda hoje, tem gente que tem medo de dizer a seus amigos e familiares que não acredita em deus porque SABE que cometerá suicídio social? Que dependendo de onde more e em que região resida será visto como um pária? Uma vergonha para a comunidade?&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;Será que realmente acreditam que no Brasil não existe preconceito? Será que essas mesmas pessoas que tem fé para acreditar em um ser que sabe, vê e ouve tudo o que, TODAS as pessoas ao redor do globo terrestre fazem e dizem AO MESMO TEMPO, são incapazes de enxergar algo mais basilar? O fato de que negros ainda são vistos com desconfiança e temor, apenas por serem negros?&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;Será que essa burrice é irremediável? É curioso como não conseguem vislumbrar que, enquanto houver preconceito, são essas pessoas orgulhosas e que gritam seu orgulho, é que servem de bálsamo, de exemplo e de alforria para aqueles que ainda não conseguem se manifestar. Para aqueles que estão no armário, para aqueles ainda acorrentados, para aqueles humilhados em seus quartos, com sua dignidade sempre de malas prontas. São eles que mostram que você pode, que não está sozinho, que existem outros iguais a você, lutando por igualdade e reconhecimento. São eles que espancam sua vista afirmando que o corajoso morre uma vez apenas, mas que o covarde morre todos os dias.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;Que direito tem tais pessoas, que criticam o orgulho do outro, de querer impor regras para o que cada um faz com seu próprio corpo, para dizer o que é certo para mim? Ora, quem deu procuração para aquele sujeito carismático no púlpito, para que advogasse sobre a vida na terra e vomitasse sandices para que suas ovelhas, com suas bundas sentadas na cadeira, o ouvindo febril e hipnoticamente, repetissem como papagaios: “é isso mesmo, é pecado!”? E, nessa esteira, se arrogassem ao direito julgar outras pessoas por desejarem seguir com seus projetos de vida e casarem com quem quiser, por exemplo? O QUE VOCÊS TEM COM ISSO?!?!?!? SUAS VIDAS NÃO LHES BASTAM?!?!?!?&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;Será mesmo que quem se preocupa com o orgulho dos outros não tem nada melhor para fazer? Ou será que existe um problema maior? Será que essas pessoas que se preocupam com o que os OUTROS se orgulham, o fazem porque não possuem algo para, eles mesmos, se orgulharem?&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;Será que o fazem porque não tem orgulho? Será que é isso? &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;Mas então porque não param de avalizar o indesculpável, o imperdoável? Porque esses mesmo religiosos que tanto criticam as minorias, não começam a agir para que também possam se orgulhar de romper com a hipocrisia, de combater o preconceito, de chutar a bunda dos racistas, dos misóginos e dos homofóbicos? Porque não cobram de sua igreja, que entregue os incontáveis pedófilos em suas trincheiras, cuja a única punição recebida por destruir a infância de uma criança, foi uma viagem para conhecer o Vaticano ou ser transferido para outra paróquia onde poderá perpetuar sua patologia em outros jovens sem ser incomodado?&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;Porque não agem para possam ter orgulho também? Dizendo a quem está sentado a seu lado na igreja, que não importa o que um livro escrito na Idade do Bronze diz, pois quando uma pessoa ama a outra, ela não o ama porque é homem ou porque é mulher, ela ama o SER HUMANO!&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;Será que a conduta de suas instituições e de suas crenças ao longo da história foi tão nefasta, que fez com que você ficasse tão sem orgulho, que tivesse que invejar o meu? Será que as inúmeras mortes, a tortura nas masmorras, o sexo homossexual no claustro, a venda de milagres e a violação da inocência alheia o deixou sem orgulho...te relegou a vergonha? &lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;Sim, porque se eu varresse tudo isso para debaixo do tapete eu teria vergonha. E talvez, em meu egoísmo e narcisismo, tivesse alguma inveja desses chatos que fazem questão de jogar na minha cara a todo momento que, apesar de serem humilhados, desmerecidos no mercado de trabalho, olhados com repugnância...ainda assim me aviltam dizendo: Olhe para mim! Eu existo! Sou igual a você! Eu amo e odeio! Eu sinto dor! Eu sofro quando me rejeita e sorrio quando você me abraça!&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;Eu sou a minoria orgulhosa que tanto te incomoda, MESMO sendo minoria. Eu sou a cicatriz que prova a chibata, a queimadura que evidência a fogueira, a lágrima que não escorreu. Eu sou o cisco em seu olho, aquele que te lembra que democracia não é a ditadura da maioria.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;Será que em sua cegueira de homilética, não vês que é justamente o fato de você se preocupar com o meu orgulho é que faz com que eu tenha de externá-lo? Não entendes que é exatamente a sua néscia preocupação e atitude de “menino mimado” o fiel da balança? O indicativo inexorável de que tal orgulho ainda precisa ser demostrado? Que a sua indignação, fútil e sem sentido, é a própria marca da besta, a chancela do preconceito, a certeza de que o mundo precisa mudar?&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;Aceite que a Idade Média e suas mazelas ficaram para trás e perceba que todo movimento de minorias ao longo da história é inelutável e sempre prevaleceu, não importando o tempo que leve. Mas entenda sobretudo que, essa não é uma luta onde existam reais vencedores, apenas baixas&lt;a href="" name="_GoBack"&gt;&lt;/a&gt;, pois de fato quem perde com ela é a humanidade e o progresso.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;Do fundo do coração eu torço para que você, que tanto se importa com o orgulho alheio, encontre o seu próprio orgulho. Que encontre não só isso,&amp;nbsp; mas também a mão do negro, o abraço do ateu e a amizade despojada de “mas ou talvez” do homossexual. &amp;nbsp;Que o único parâmetro seja o caráter.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;Quem sabe nesse dia, o “dia do orgulho” seja então desnecessário. Quem sabe, a partir desse momento, no Brasil, não tenhamos mais “dias de santos, dias de negros ou dias de ateus”. Tenhamos apenas o dia da humanidade. Onde a conversa despretensiosa e franca seja liberada, gratuita e a ordem seja a de troca de afetos e não de ofensas, como uma “lei seca” maluca e inebriante, onde o bafômetro só meça o sorriso e o que se aprendeu com quem está a seu lado, não importando nada além daquele momento. Nesse dia então, TODOS terão orgulho de dizer: “eu tenho orgulho”!&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;Tal dia pode estar distante, mas não custa sonhar, não custa torcer. Toda realização começa com um sonho, com um desejo. Esse dia então, seria o dia da verdadeira redenção, onde as diferenças diminuiriam e haveria espaço para todos; gregos e troianos, crentes e descrentes, brancos e negros, heterossexuais e homossexuais. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;Esse dia seria o dia em que o homem poderia ser o quisesse. Sem receios, sem medos, sem pudores, sem vergonhas alheias, sem punições eternas. Todos iguais: primatas, bípedes, homo sapiens. Apenas isso...e isso seria suficiente...&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;Hpcharles&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/123080350566866201-923427133289766817?l=frappuccinomochabranco.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://frappuccinomochabranco.blogspot.com/feeds/923427133289766817/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=123080350566866201&amp;postID=923427133289766817&amp;isPopup=true' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/123080350566866201/posts/default/923427133289766817'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/123080350566866201/posts/default/923427133289766817'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://frappuccinomochabranco.blogspot.com/2012/05/orgulho-de-ser-minoria-por-hpcharles.html' title='ORGULHO de ser MINORIA (por Hpcharles)'/><author><name>tatiana</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09199012043949838288</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-LEsa0wpaJd8/TwYxaTH2VXI/AAAAAAAAA94/b8gIzykD1Wc/s220/IMG_0030%255B1%255D.JPG'/></author><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-123080350566866201.post-8492748008960184986</id><published>2012-05-05T18:43:00.000-03:00</published><updated>2012-05-05T19:43:42.133-03:00</updated><title type='text'>ME DESCULPE, MAS SEM FACEBOOK NÃO ENTRA. (por Hpcharles)</title><content type='html'>&lt;br /&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;Sempre acreditei que nada divide mais a humanidade do que a política, a religião e o preconceito, mas que nós damos corda para os caras, nós damos.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;Na semana que se encerrou, o STF aprovou por unanimidade a constitucionalidade do sistema de cotas raciais, que passa a valer para todas as universidades públicas de nosso país. Mas esse não é o tema que pretendo abordar. Apenas ressalto de forma breve que, apesar de entender que é fato indiscutível que os negros sofrem até hoje com o corolário funesto oriundo do resquício de uma história não tão distante, onde não possuíam a menor possibilidade de “brigar” em igualdade com os “brancos bem nascidos”, sou contra cotas “raciais”. A discrepância é cristalina, não se nega. Estudei em um colégio elitista do Rio de Janeiro (considerado por muitos como o melhor e um dos mais rigorosos do Brasil), me graduei em uma universidade federal no Rio de Janeiro e não me recordo de ter negros em minha sala de aula, sejam como alunos ou como professores. No entanto, somos um país de mestiços e a proporção equilibrada de matizes, espanca à vista quando andamos pelas ruas de nosso país. Como explicar isso, sem se reconhecer que ainda não há igualdade? Mas a pergunta mais importante é: como solucionar isso?&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;Mas ainda assim, como afirmei antes, sou contra cotas “raciais”. Não entendo que se solucione uma injustiça perpetuando outra. Disse que sou contra cotas raciais, mas não contra cotas. Sou absolutamente a favor de cotas “SOCIAIS”. Acredito que o nordestino que é vilipendiado em suas oportunidades acadêmicas, o caucasiano miserável, o índio esquecido, não deva ser relegado nessa discussão. Todos os que se encontram no final da linha de partida devem ter apoio diferenciado e total relevância aos olhos de nosso governo. Isso não é criar desequilíbrio, pelo contrário, é colocar as peças do tabuleiro no lugar certo. Só assim o jogo pode ser considerado justo. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;Mas passado o longo introito, vamos ao que interessa. Como ateu sempre convivi com a minha cota de preconceito e, apesar do ateísmo figurar no topo da pirâmide nesse quesito (pesquisa efetuada pela Fundação Perseu Abramo), ainda assim, nunca senti tanta incompreensão como quando digo para alguém que não tenho Facebook. Pois é, ao que parece, agora temos um novo jeito de dividir as pessoas: os que tem Facebook e os que não tem.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;“Mas como assim você não tem Facebook?!?!?!”. Depois de ouvir isso umas sete vezes, resolvi realmente pensar sobre o assunto. Será que tenho problemas? Será que estou perdendo meu tempo com livros, cinema e música escolhidas a dedo e ao invés disso, deveria estar conectado ao Facebook? Será que sou...SERÁ QUE SOU ALIENÍGENA, MEU “ZEUS”?!&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;Um calafrio subitamente percorre a minha espinha quando me recordo que nunca tive Orkut também? Procuro então, de forma atabalhoada e obsessiva, o livreto de endereços do meu plano de saúde. Será que eles tem tratamento para quem não tem Facebook? O desespero toma meu ser e por alguns segundos penso em chorar, em ligar para minha velha mãe e culpá-la. “VIU?! É TUDO CULPA SUA QUE NÃO ME PREPAROU PARA A VIDA! Ficou me dizendo que tinha que ler e estudar e não me disse nada sobre redes sociais e amigos virtuais!”&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;Não tenho “amigos virtuais”. Preciso dar um click, um “curti” urgentemente, preciso fazer parte da massa, do rebanho. Preciso me integrar. Chega de Nietzsche, aquele sifilítico só atrasou minha vida na internet, não é mesmo?&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;Mas vocês jovens antenados podem me ajudar. Me digam qual é o “pulo do gato” atrás desse negócio.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;Confesso que ainda não entendo muito bem. Recentemente li uma pesquisa realizada no Reino Unido, que aduzia que mais de 85% dos casos de separação e divórcio possuíam o dedinho do Facebook. Sei não, mas isso deve dar um número mais alto do que falar o nome da ex-namorada(o) durante o sexo.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;Um dos argumentos que jogaram em minha fuça foi de que o Facebook te ajuda a fazer amizades de forma “fácil e segura”. REEEEAAAAALLLYYYY!?!?!? Então meus problemas são maiores do que eu pensava. Sim, porque ao longo de minha vida toda só consegui fazer 4 ou 5 amigos de verdade. Tenho muitos conhecidos e colegas, no trabalho, no dia a dia. O cara da padaria é meu colega. Discutimos sobre o resultado do jogo e ele sempre separa a melhor fornada para mim, mas duvido que me fizesse uma canja de galinha às 10 da noite se estivesse febril.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;Então me desculpem, mas esse argumento é furado. Amigo não é isso. Para quem acha que se faz um amigo com um clique, quero apenas lembrar que também “se desfaz” um amigo com o mesmo clique. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;Tá, e quando você recebe um convite de amizade e recusa ? (ou não aceita, sei lá já que não tenho Facebook). Já ouvi casos em que a pessoa ficou realmente magoada. Não sei, mas tudo isso é muito estranho para mim (continuo procurando o maldito catálogo da UNIMED).&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;Outra coisa que me espanta é o incentivo à exposição. Porque cargas d’água eu colocaria fotos minhas, fazendo lá o que fosse, na internet? Ora, se é importante dividir isso com alguém de fato relevante em minha vida, porque não mandar um e-mail. É isso...um e-mail. Quentinho, na caixa de entrada. Exclusivo, privado, “teleguiado”.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;Que a internet é fria já sabíamos desde o início, mas precisamos torná-la ainda mais fria? Bom, a não ser que exista por aí uma necessidade quase patológica de se expor. De mostrar que é mais feliz, que é mais rico, que tem mais “amigos”. A foto do perfil é sempre maravilhosa né? Ou é o Brad Pitt ou a Helena de Tróia.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;Segurança?!?! Bom, só pode ser brincadeira né? O que tem de pedófilo virtual, crimes de informática e psicóticos chafurdando a vida dos outros, o dia inteiro, não é brincadeira. Já tem o google não tem? Será que é preciso dar mais cartas para os bandidos? Tem gente que bota fotos de filhos de colo no Facebook, expondo o bebê. Me digam “PRAAAAAQUÊ” CACETE?! &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;“Pôxa, mas tá no privado, só alguns podem ver”. Ah, sei...tipo igual a um e-mail né? Então o Facebook serve mesmo para quê? Me lembra aí? Sei lá, sei que estou ficando velho e tudo, mas nunca senti falta disso. De verdade. Me parece uma das experiências mais fúteis e supérfluas que já apareceram.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;Tem gente que acorda e como um atleta olímpico pula da cama para o computador para fuxicar a vida dos outros no tal do Facebook. E notem, é em qualquer lugar. O cara baixa o aplicativo para o Iphone, para o Ipad, para a puta que o pariu. Porra filhão, será que você não está indo longe demais com isso não?&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;“Ô fulano, você leu o Saramago que te recomendei mês passado?”, “Deu não, estou quase certo de que minha namorada foi àquela festa na casa da Paulinha e “tô” cercando ela no Face, deixa aquela safada comigo!”. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;Que legal, né gente?!?!?! Sabe quem também ficava olhando por um buraco na parede? O Norman Bates. Bom, já sei de gente que se faz de mulher na internet quando de fato é homem (e vice-versa). Para colocar uma peruca, vestido e falar como a mãe morta não falta muito, não é mesmo?&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;Exageros à parte, ainda não encontrei bons argumentos que me fizessem perder, um minuto que fosse de meu tempo livre e que pudesse dedicar à minha namorada (que é real), meus livros (físicos) e meus filmes (tá bom, baixo &amp;nbsp;torrents, vocês me pegaram, seus danadinhos); em detrimento de uma estultice qualquer dentro do Facebook.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;A crase sanguínea da questão (o trema acabou tá pessoal), é que sinceramente não me importam as vidas dos outros. E porque importariam? Só me interessam suas ideias (e ideia também não tem mais acento ok?), seus trabalhos, suas contraditas. Sempre me recordo da “clarividência” poética de Fernando Pessoa quando afirmava que “todo o mal do mundo vem de nos importarmos uns com os outros”.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;Li que um dia desses, uma confusão enorme se formou em um shopping center desses da vida, por conta de gente que queria tirar foto com um tal de Fael. WTF?!?!?! Quem é Fael?! Jogou em que time?! “Ué HP, foi o vencedor do BBB, você não sabia?” Ok, me desculpe por não saber quem é Fael, ok? Estou perdoado?! Mas me diz aí: o que acrescenta em minha vida saber que a Preta Gil falou que a Luana Piovani não presta? Vazaram fotos da chata da Carolina Dieckman nua? Que se foda, oras! (bom, péssimo exemplo, alguém sabe o link???? Se souber me envia tá?). &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;Brincadeiras fora, me ajudem por favor e me informem o porque de toda essa neurose. Ok, não tenho Facebook, me crucifiquem, mas continuo sem saber o porque da surpresa misturada com indignação quando revelo meu “pecado”. Teve uma que insinuou que eu era arrogante por não ter Facebook. Tipo: “mas como você OUSA não ter Facebook”, saca?&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;Claro que alguém vai dizer: “é mas o Facebook me ajudou a encontrar um amigo com quem tinha perdido contato”. Verdade, isso é bem legal. Mas já pegou o telefone do carinha? Ele é importante mesmo? Então liga para ele caramba! Ouça a voz, escreva um e-mail cuidadoso, especial, só para ele. Mas não vá ficar procurando “na linha do tempo” suas mazelas. É, agora tem essa coisa de “linha do tempo”. É muito bom para ninguém se esquecer das merdas que fez há dois anos. &amp;nbsp;Porra, como se não desejássemos esquecer as que fizemos ontem, né? Aí vem um puto e estraga tudo. Brilhante!&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;Enquanto escrevo esse texto, olho para a minha estante de livros e vejo quanta coisa eu já li e quanta coisa falta para eu ler. Isso sim, me deixa de fato preocupado. Sobram letras e faltam minutos. Por favor não me entendam mal, cada um faz o que quiser com seu tempo livre, isso é garantido constitucionalmente. Só não entendo porque tem gente que gasta tanto tempo com coisas como o Facebook. Simples assim. Mas posso estar absurdamente errado, quem sabe? Quem sabe tenho um problema genético e prefiro ficar lendo esses livrinhos cheios de pó? Quem sabe estou velho “pra caralho” e esse negócio de abrir um vinho para assistir a Donnie Darko pela vigésima vez seja coisa de quem não tem o que fazer? Damn it?!?!?!?! Onde está a porra do livro da UNIMED?! Lá tem alguém que vai me ajudar com certeza. Alguém há de me dizer porque não tenho Facebook!&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;Ah, agora vai...achei o diabo do livro! Agora vou fazer estes anos todos de &amp;nbsp;pagamento pontual do convênio de saúde valerem a pena. Taí! Já achei algo interessante. Não disse?! Bom, para quem pensou que fosse um psiquiatra se equivocou. Vou é atrás de um bom oftalmologista. Devo estar enxergando mal. Não estou vendo as coisas com clareza. Só pode! Afinal, o Facebook já atingiu a marca de mais de 400 milhões de assinantes em todo o mundo, enquanto isso o recente livro de Umberto Eco (Cemitério de Praga), que para mim é o herdeiro legítimo Italo Calvino e de Borges, só vendeu 40 mil exemplares no Brasil (e dizem que está indo muito bem). É, estou é cego. Tem de haver algo sensacional naquela telinha e eu é que não estou vendo. “Ô MÃE!!!!! Me empresta seus óculos, porque a culpa é toda sua que me mandou ler ao invés de aprender a dar “joinhas”!&lt;a href="http://www.blogger.com/blogger.g?blogID=123080350566866201" name="_GoBack"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Hpcharles&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/123080350566866201-8492748008960184986?l=frappuccinomochabranco.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://frappuccinomochabranco.blogspot.com/feeds/8492748008960184986/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=123080350566866201&amp;postID=8492748008960184986&amp;isPopup=true' title='17 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/123080350566866201/posts/default/8492748008960184986'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/123080350566866201/posts/default/8492748008960184986'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://frappuccinomochabranco.blogspot.com/2012/05/me-desculpe-mas-sem-facebook-nao-entra.html' title='ME DESCULPE, MAS SEM FACEBOOK NÃO ENTRA. (por Hpcharles)'/><author><name>tatiana</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09199012043949838288</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-LEsa0wpaJd8/TwYxaTH2VXI/AAAAAAAAA94/b8gIzykD1Wc/s220/IMG_0030%255B1%255D.JPG'/></author><thr:total>17</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-123080350566866201.post-2435690046855314960</id><published>2012-04-20T00:17:00.000-03:00</published><updated>2012-04-20T18:18:39.788-03:00</updated><title type='text'>The Divide (2011)  -  por Hpcharles</title><content type='html'>&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-Vu4tsldXaLs/T5DQUxfFgzI/AAAAAAAABAU/2FBqYUE9qak/s1600/MV5BMjMwNjcxODY5OV5BMl5BanBnXkFtZTcwMDA1OTg4Ng@@._V1._SY317_.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://4.bp.blogspot.com/-Vu4tsldXaLs/T5DQUxfFgzI/AAAAAAAABAU/2FBqYUE9qak/s1600/MV5BMjMwNjcxODY5OV5BMl5BanBnXkFtZTcwMDA1OTg4Ng@@._V1._SY317_.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;Faz muito tempo que não durmo bem por causa de um filme. Talvez isso tenha acontecido a última vez em minha adolescência, então conte muitos anos daí. Vi Martyrs do Pascal Laugier semana passada e não me afetou tanto. E quem conhece a película, sabe que não é um filme exatamente fácil de se ver até o final.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;A mais recente obra do diretor Xavier Gens foi responsável pelo estrago. Tá bom que ele já tinha avisado ao que veio no francês, “Frontier(s)”. Depois flertou com o mainstream no apenas razoável “Hitman” e agora jogou um míssil nuclear bem em cima do nosso edredom. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;O jovem diretor parece que gosta de causar sensações desagradáveis em quem assiste seus filmes e...damn it, ele consegue, viu? Em “The Divide”, ele mostra que em suas estórias apocalípticas, não existem patrocinadores, suítes de luxo ou esperança. O que se reserva é imundice, racionamento e humanos em seu estado mais primitivo. Então corre até a cozinha e veja se tem estoque nas prateleiras para alguns dias, pois o “bagulho é sério”.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-B3PJTe-dsJY/T5DQfiZgimI/AAAAAAAABAc/Wkmj72_VG9c/s1600/TheDivide+Cast_620.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="180" src="http://4.bp.blogspot.com/-B3PJTe-dsJY/T5DQfiZgimI/AAAAAAAABAc/Wkmj72_VG9c/s320/TheDivide+Cast_620.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;Para o que se propõe, o filme atinge na mosca. Dá o recado com extrema competência. Lembrem que o objetivo é esse mesmo. É agulhada entre a unha e o dedo. Quem não gosta, por favor saiba que a porta é a serventia da casa, mas cuidado, porque lá fora o cenário não é bonito e o clima é péssimo, então tratem de usar roupas apropriadas...para radiação.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;A brincadeira começa quando um holocausto nuclear é despejado em uma cidade qualquer, obrigando um grupo de pessoas qualquer a buscar abrigo no subterrâneo de um prédio qualquer. Não se explica o porquê, não se diz quem foi, não se oferecem pistas.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;Para Gens isso não importa. Ele só se interessa em como as pessoas reagiriam em um ambiente fechado, caótico, com recursos limitados, sem respostas, sem horizontes, sem cabelo.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;E para entregar esse climão, o cara não pede “s’il vous plaît”. Já chega dando tapa na orelha e perguntando “se tá com nojinho”. É tempo ruim o tempo todo. É criança sendo levada da mãe, &amp;nbsp;corpos sendo destrinchados na base do machado, &amp;nbsp;sexo “doggy style”, sangue cuspido na pia. Rock`d roll sem música. Tudo na base do urânio enriquecido e do feijão enlatado.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-vSMC23ICmeU/T5DSHeXs69I/AAAAAAAABBE/hslfFjrGI-c/s1600/The-Divide-04.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="http://1.bp.blogspot.com/-vSMC23ICmeU/T5DSHeXs69I/AAAAAAAABBE/hslfFjrGI-c/s320/The-Divide-04.jpg" width="225" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;É claro que não podia faltar a mocinha né? A fofolete de Hostel 2 Lauren German, deve ter jurado que as coisas não podiam piorar mais para ela do que quando visitou aquele clube de sádicos na Europa Oriental né? Se fodeu, porque em “The Divide”, nem quadrado ela via o sol nascer. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-PdpxWsTou9s/T5DQyIk169I/AAAAAAAABAs/Da2zt4Wujuo/s1600/the-divide08.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="214" src="http://4.bp.blogspot.com/-PdpxWsTou9s/T5DQyIk169I/AAAAAAAABAs/Da2zt4Wujuo/s320/the-divide08.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;O namoradinho da Rory Gilmore, o nosso querido Milo Ventimiglia, que para esse papel deve ter feito oficina com a Suzanne Hitchofen, aprendeu que, na arapuca em que se meteu, sem seus poderes de mutante meia boca que lhes foram emprestados em “Heroes”, não dá nem para saída. É rapaziada, vai uma máquina dois aí? &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-6dy-782Sd0c/T5DRpquJdpI/AAAAAAAABA0/ayNKdjbEZWk/s1600/antesedepois.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="325" src="http://2.bp.blogspot.com/-6dy-782Sd0c/T5DRpquJdpI/AAAAAAAABA0/ayNKdjbEZWk/s400/antesedepois.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;A sensação claustrofóbica comungada com a falta de informações do mundo exterior e o pior, a ausência de luz no fim do túnel, incomoda o espectador mais que coceira nas costas. Não pensem no filme com uma obra de arte, em nenhum momento Xavier mira nisso. O que ele quer mesmo é deixar um gosto de corrimão na sua boca. É poeira e leucemia no ar. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-fZe__RWwj-A/T5DSU3RQ-TI/AAAAAAAABBM/47QMVtAU-m8/s1600/divide-michael-biehn2.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="213" src="http://2.bp.blogspot.com/-fZe__RWwj-A/T5DSU3RQ-TI/AAAAAAAABBM/47QMVtAU-m8/s320/divide-michael-biehn2.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;A iluminação, ou a falta dela, ajudam a criar a tensão. Os diálogos são agressivos, os personagens com pouco ou nenhum escrúpulo. A parada é sobreviver e a porrada come mesmo, “mermão”. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;Um moralzinho para a Rosana Arquette, mais louca do que o terrorista de Realengo e dando mais que chuchu na serra e para o Michael Biehn fazendo o que faz melhor, ou seja, exercendo sua canastrice.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-qms6YXhFBP8/T5DRzu6GtnI/AAAAAAAABA8/JmDJFhQH4j0/s1600/rosanna-arquette-as-marilyn-in-the-divide.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="207" src="http://2.bp.blogspot.com/-qms6YXhFBP8/T5DRzu6GtnI/AAAAAAAABA8/JmDJFhQH4j0/s320/rosanna-arquette-as-marilyn-in-the-divide.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;A doentia experiência antropológica apenas piora na medida em que o tempo passa e a psicose aumenta entre os sobreviventes. Não sei porque me veio à cabeça em algum momento, que fazer um BBB assim, poderia ser a solução para aquela bosta nunca mais aparecer em nossos televisores. Aí Boninho, que tal a sugestão? Quer ver o que é confinamento de verdade? Mas de verdade mesmo? Pergunta para o titio Gens que ele te explica. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;É claro que muita gente vai dizer que o filme é mais ou menos, mas não se pode negar: o cara fez um filme que incomoda. A sujeira, o suor, as peladas nas cabeças, as excrescências, as torturas físicas e psicológicas, te fazem acreditar por um momento que mesmo que você esteja no Cheque Especial, sua vida é ótima.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;E o final? Claro que não vou dar spoilers, mas achei o final perfeito para o que se propôs o filme. Absolutamente coerente. Conciso, enxuto, aterrorizador. Faz a cabeça dar um nó. Tipo os créditos finais entrando e “nóis” ali, imóveis, com cara de cachorro cagando na chuva, procurando a placa de saída, o botão para fazer o motorista parar. O futuro visto por Gens é do tipo, “pára o mundo que eu quero descer”.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;O quê?! Quer final bonitinho? Ah, vai ver Lessie, vai! Aqui o negócio é mais embaixo. The Frenchman faz um filme para quem tem estômago de aço e mente de Chuck Norris. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-5exOV3Ek8P8/T5DStm2VIZI/AAAAAAAABBU/i5-Z3Bsz6VU/s1600/l.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="236" src="http://4.bp.blogspot.com/-5exOV3Ek8P8/T5DStm2VIZI/AAAAAAAABBU/i5-Z3Bsz6VU/s320/l.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;Bom, vejam se quiserem, mas não digam que eu não avisei tá? Eu gostei “pra cacete”, mas se quiserem algo com mais assepsia, tem “Hunger Games” no cinema. Lá tem para onde ir. Tem a Aldeia dos Vitoriosos, quitutes no terraço e a Jennifer Lawrence sendo maquiada pelo Lenny Kravitz. Aqui não tem porra nenhuma. Aliás me pergunto...o que será que a Katniss faria com um arco e flecha quando saísse daquele porão? &lt;a href="http://www.blogger.com/blogger.g?blogID=123080350566866201" name="_GoBack"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Hpcharles&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;Veja o Trailer:&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;object class="BLOGGER-youtube-video" classid="clsid:D27CDB6E-AE6D-11cf-96B8-444553540000" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0" data-thumbnail-src="http://1.gvt0.com/vi/iaLpieSNIfk/0.jpg" height="266" width="320"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/iaLpieSNIfk&amp;fs=1&amp;source=uds" /&gt;  &lt;param name="bgcolor" value="#FFFFFF" /&gt;  &lt;embed width="320" height="266"  src="http://www.youtube.com/v/iaLpieSNIfk&amp;fs=1&amp;source=uds" type="application/x-shockwave-flash"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/123080350566866201-2435690046855314960?l=frappuccinomochabranco.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://frappuccinomochabranco.blogspot.com/feeds/2435690046855314960/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=123080350566866201&amp;postID=2435690046855314960&amp;isPopup=true' title='7 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/123080350566866201/posts/default/2435690046855314960'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/123080350566866201/posts/default/2435690046855314960'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://frappuccinomochabranco.blogspot.com/2012/04/divide-2011.html' title='The Divide (2011)  -  por Hpcharles'/><author><name>tatiana</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09199012043949838288</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-LEsa0wpaJd8/TwYxaTH2VXI/AAAAAAAAA94/b8gIzykD1Wc/s220/IMG_0030%255B1%255D.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-Vu4tsldXaLs/T5DQUxfFgzI/AAAAAAAABAU/2FBqYUE9qak/s72-c/MV5BMjMwNjcxODY5OV5BMl5BanBnXkFtZTcwMDA1OTg4Ng@@._V1._SY317_.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>7</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-123080350566866201.post-517271210571081702</id><published>2012-04-18T00:02:00.000-03:00</published><updated>2012-04-18T09:35:11.664-03:00</updated><title type='text'>O império do “Politicamente Correto” (por Hpcharles)</title><content type='html'>&lt;br /&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;Não sei se sou só eu, mas vocês já repararam que a ditadura do politicamente correto colocou tudo no mesmo saco. E não importa o panteão, pode ser literatura, cinema, comida, música ou aquela bosta de novela que passa na tv.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;Qualquer critica, o menor comentário e já ouvimos: “Ah, mas essa é a sua opinião”.&amp;nbsp; É lógico que é a minha opinião, seria de quem? Não fui eu quem a emitiu? É basilar que não importa quem proferiu a ideia, mas sim a ideia em si.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;De um tempo para cá, a análise recebeu a alforria de se desposar da necessidade da profundidade mínima apenas para atender ao bem estar psicológico do próximo. E o resultado disso é que tudo ficou no campo do tal do “é subjetivo”. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;Bom demais né? Tudo é subjetivo agora. Subjetivo “my balls”!!!! Ótimo, então se eu disser que o programa do Faustão é uma ode à diversão dominical, isso é subjetivo? Se eu afirmar que o nazismo foi mal compreendido, isso é subjetivo? Se eu disser que o Luan Santana produz música de qualidade, isso é subjetivo? Bom, talvez para você. Para mim o nome disso é mentira. Mas é por isso que se faz necessária a crítica racional e com o máximo de distanciamento emocional possível. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;O grande problema do mi-mi-mi embutido no discurso do “político correto”, é que as pessoas se esqueceram repentinamente que existem SIM coisas que são ruins e coisas que são boas, independentemente da SUA ou da MINHA opinião. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;Se você quer tapar o sol com a peneira e enrolar com conversa de botequim para justificar que, a auto-ajuda de Paulo Coelho avalizada pela Academia Brasileira de Letras é literatura de primeira, então tá, é seu direito, mas lembre apenas que, os “Marimbondos de Fogo” do “Zé Sirney” também o foram. Isso só para traçar um parâmetro de que existem considerações a serem feitas para se dizer que algo presta ou não presta.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;Você por exemplo, pode adorar “Twilight”, &lt;b&gt;mas no mundo adulto, isso não será levado à sério,&lt;/b&gt; porque não existe qualidade naquela joça que sobreviva ao escrutínio de alguém que desenvolveu o hábito de leitura ao longo da vida. Porque suas únicas virtudes foram de cunho comercial e de levar milhões de jovens ao redor do mundo a uma histeria digna de revista Capricho, tudo isso da noite para o dia. Isso porque os livros são mal escritos, com vocabulário pobre, história primária, com personagens superficiais e com uma protagonista que é um verdadeiro exemplo de submissão feminina. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;Aceite isso. Se quiser se rasgar, xingar, fazer passeata, fique à vontade. Mas adianto...não vai alterar absolutamente nada. Se gritar resolvesse, porco não morria. Dito isso, antes que joguem em minha cabeça um celular rosa, com &amp;nbsp;adesivos de unicórnios e arco-íris, lembro aqui que, esse texto NÃO se direciona a “Saga” em comento, isso foi apenas um exemplo.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;Você pode até argumentar: “Pôxa, mas é só entretenimento”. Ok, também gosto de me divertir. Mas então não diga que é o Mausoléu de Halicarnasso. A mixórdia começa quando se atribui a algo, um condão que ele não possui. E mais ainda, mesmo que se diga que é “apenas” entretenimento, será que não existe diferença entre bom entretenimento ou entretenimento ruim? Será que a construção de “Caçadores da Arca Perdida” tem o mesmo esmero e elã que Crepúsculo? Diga você.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;Ah, então nem tudo deve ser subjetivo né? Qual o critério que você utiliza para separar o Al Pacino do Murilo Benício? Os dois possuem a mesma qualidade? &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;É cristalino que se deixarmos o fascismo do politicamente correto de lado por dois segundos, não precisaremos pensar muito. NÃO! NÃO SÃO IGUAIS! Não possuem o mesmo nível e consistência como ator e nem a mãe do querido Murilo diria isso em sã consciência. Veja bem, isso INDEPENDE da sua opinião. a&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;É de bom alvitre ressaltar que precisamos distinguir os comentários. Cada vez mais dizer que gosta ou que não gosta é suficiente, quando de fato não é. Ocorre que, quando se ultrapassa o palpite pedestre, o risco aumenta, as exigências se tornam maiores. E para fazer isso com um pouco de competência, dá trabalho. É preciso mais leitura, mais conhecimento, mais dedicação, quiçá, mais estrada. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;Claro que, mesmo isso, não exclui o erro. Grandes críticos fizeram avaliações tolas, emotivas, paternalistas. Mas ainda assim, é preciso que exista uma distinção, que tentemos relevar os quesitos técnicos da escrita e da direção por exemplo.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;Quando lemos um livro, o vocabulário utilizado deve atender ao seu propósito, transmitir a ideia com exatidão. O roteiro deve oferecer sentido e liga à trama, a trilha sonora deve emoldurar propriamente a o filme. O que quero dizer é que, tudo isso vale mais do que o: “eu achei legal e essa é a minha opinião, você tem que respeitar”. São pesos diferentes, percebem?&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;Aliás, essa coisa do respeito automático me dá nos nervos. Devo “respeitar” sua opinião porque? E se a sua opinião for ruim? E se não fizer sentido? Gente, respeito se conquista, não deve ser entregue de mão beijada. Existe uma condescendência nefasta, retrógrada e que produz um desserviço na cabeça das pessoas, quando se para na opinião dissociada de arrimo. Se quiserem chamar isso de arrogância, não faz mal, não sou contra a arrogância baseada em conhecimento superior, prefiro isso à opinião de gente que não sabe separar berimbau de gaita. Se o argumento for bom, cirúrgico, está valendo, é positivo, balsâmico.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;Novamente: não disse que é preciso estudo direcionado ou especialização para se emitir um bom comentário ou se fazer uma boa resenha. Mas em contrapartida, acredito que quanto mais estudo, mais leitura e mais conhecimento se tiver, mais próximo da excelência se chegará. Isso é fato né? &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;O que precisa ficar claro é que, temos que parar de deixar de dizer o que pensamos por medo de machucar o gosto do outro. Existe uma diferença entre se atacar a obra e se atacar a pessoa que gosta da obra. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;Posso afirmar (se fundamentar) que tal livro é ruim. Isso é válido, deve ser incentivado e quem recebeu a contradita não deve ficar “putinho” a menos que tenha 12 anos de idade. Mas não posso xingar, não devo direcionar a minha crítica à pessoa que emitiu a opinião. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;Tentar desmerecer quem fez o comentário atacando o comentarista e não o próprio comentário em si, é uma falácia clássica que se chama “ad hominem”. É sinal de fraqueza, é para quem já perdeu a discussão. Tenho certeza de que você pode fazer melhor do que isso, não pode? Então faça!&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;Sendo assim, quando for deixar um comentário do tipo: “achei uma merda”, ou “que porcaria”, saiba que você só gastou dedo. É puro nitrato de polipeido. Você não transmitiu nada, só agrediu alguém que teve mais coragem do que você e se expôs, fazendo um vídeo, escrevendo uma resenha, passando uma ideia. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;Toda vez que você ficar tentado a fazer esse tipo de intervenção estúpida, se contenha e lembre que, ao invés de fazê-lo, a atitude apropriada é fazer melhor, ou pelo menos, embasar generosamente o comentário. Falar qualquer um fala. Querem ver? “Hunger Games é uma obra prima da literatura moderna, se Virgílio estivesse vivo e lesse tal monumento, cortaria os pulsos de inveja”. Pronto, falei. Isso se tornou verdadeiro só porque eu falei? Tem substância, valor didático ou analítico. Não né? &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;De qualquer maneira, vou torcer para que daqui a algum tempo essa bobagem reducionista de achar que “o que vale mesmo é se você gostou”, seja enterrada de vez. Isso não ajuda ao desenvolvimento intelectual de ninguém, muito pelo contrário. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;Por derradeiro me vou indo, afinal tenho coisas espetaculares para fazer hoje.&amp;nbsp; Preciso ouvir o cd que comprei do grupo Molejo, ver um filme do Steven Seagal que aluguei e também tenho que terminar de ler o livro que a Xuxa escreveu, que é uma maravilha. O quê?!?! Não vão me dizer que não gostam! que essas coisas são ruins! Mas como assim não gostam!? Por favor respeitem a minha opinião! Afinal,&lt;a href="http://www.blogger.com/blogger.g?blogID=123080350566866201" name="_GoBack"&gt;&lt;/a&gt;tudo é subjetivo ora... ou será que não?&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;Hpcharles&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/123080350566866201-517271210571081702?l=frappuccinomochabranco.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://frappuccinomochabranco.blogspot.com/feeds/517271210571081702/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=123080350566866201&amp;postID=517271210571081702&amp;isPopup=true' title='7 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/123080350566866201/posts/default/517271210571081702'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/123080350566866201/posts/default/517271210571081702'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://frappuccinomochabranco.blogspot.com/2012/04/o-imperio-do-politicamente-correto-por.html' title='O império do “Politicamente Correto” (por Hpcharles)'/><author><name>tatiana</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09199012043949838288</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-LEsa0wpaJd8/TwYxaTH2VXI/AAAAAAAAA94/b8gIzykD1Wc/s220/IMG_0030%255B1%255D.JPG'/></author><thr:total>7</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-123080350566866201.post-8350904374079092407</id><published>2012-04-12T23:57:00.003-03:00</published><updated>2012-04-13T17:11:30.639-03:00</updated><title type='text'>É só um livro, jovens mancebos, é só um livro  (por Hpcharles)</title><content type='html'>&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;Já tinha ouvido falar que tem gente de fraldas se agredindo por ficção, mas presenciado mesmo, nunca havia. No entanto, pelo que tenho visto nos Youtubes da vida, parece que as juvenis demonstrações de histeria e “viadagem” oriundas de Crepúsculo não foram suficientes e agora surgiu uma moda nova na praça. “Hunger Games”. Sim amiguinhos, mais uma distopia “aborrecente” chegou para nos brindar com fantásticas alusões a um mundo pior (como se o de hoje fosse ótimo); e nos ensinar a mais pura filosofia de condomínio, especialmente moldada para os fãs de Justin Bieber e Lady Gaga. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;Mas não vou me ater ao livro. Já manifestei a minha opinião sobre ele. Me estenderia se a ideia ao menos fosse original, coisa que não é. E se você viu “Batoru Rowaiaru” e leu 1984, sabe que está tudo lá. Tá bom, tá bom! Bem pior, mas está lá né? Mas ok, se você gosta ótimo. Fico feliz em saber, toca o barco! A bola que quero levantar é a do fanatismo de primeiro período, aquele que pinta a unha com florzinhas e tem gosto de Mentos. Aquele que exclui sem conhecer, que urra de franjinha na testa.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;Nunca gostei de fãs. A meu ver não servem para nada a não ser para aporrinhar. Nada acrescentam. São o exemplo mor do improfícuo.&amp;nbsp; O baluarte do “sacocheismo”. Se não consumissem, não pagassem as contas do autor, duvido que fossem alimentados. Não teriam mais utilidade do que um peso de papel. Mas veja bem: fãs são diferentes de admiradores, na melhor concepção da palavra.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;O admirador curte o livro, o filme, se deleita com a narrativa, torce para o mocinho e come a pipoca sem fazer barulho para não atrapalhar a obra. No dia seguinte, o admirador vai para o trabalho ou para a escola, sabendo que aquilo é apenas ficção. Ponto final. No máximo indica a leitura ou a película, com entusiasmo natural de quem gostou, mas ressaltando que não deve tirar o sono.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;Já o fã...bom, o fã é aquilo. O fã, esperneia, desmunheca, pinta o cabelo da cor de seu herói, escreve em Caps Lock para todos verem como ele é mais fã do que os outros fãs, chega 7 horas antes(e diz que chegou 7 horas antes). O fã é público, cansativo. O fã cutuca para a fila andar. Mas o pior é que o fã não gosta de ser contrariado. É, se você duvida, experimente “argumentar” com um fã. Apenas tente, mesmo com clareza meridiana e educação de família real britânica, dizer que achou que o livro que ele venera não é a Capela Sistina. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;Se você já fez isso sabe o que acontece né? Pois é, seria melhor ter xingado a mãe do pequeno doublê de Jacó Preto, de “mulher de vida fácil”. Seria melhor ter dito que o cabelo da aspirante a “Katniss da periferia” está com as raízes do cabelo de outra cor. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;E isso tudo, mesmo que ele não tenha absorvido patavinas da história e não possua o menor senso de estrutura de narrativa. Mesmo que a única literatura da qual ele tenha chegado perto, foi aquela colocada na prateleira dos “Best Sellers”. Me pergunto: como esse pessoal que nunca entrou em um sebo, ou leu um clássico que seja, já chega com o pé na porta e chutando a canela? Mal comeram a sardinha, já estão dizendo o que é o Haddock? Por favor né? Olha, vai ali na esquina que o Edward está brilhando no sol vai...&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;Não me entendam mal, já fui adolescente também. Mas não me lembro de ter escrito cartas com impropérios para defender a Emília ou Visconde de Sabugosa e nem disse que a mãe de quem não achava o Monteiro Lobato legal, tinha cabelo no peito. Nunca sai no tapa com fãs de Poirot porque era “team Sherlock”.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;Se você se importa se uma teen chata do inferno não consegue se decidir entre a necrofilia ou zoofilia it`s ok for me, mas nesse processo, não agrida ninguém tá? Se você quer pegar o trem para ver os jogos na Capital, melhor ainda, mas deixe quem quer descer do coletivo, saltar em paz, mesmo se ele entender que a viagem é chata, rasteira, supérflua. Afinal, ele também pagou a passagem, só não gostou dos acompanhantes.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;Se você acredita que Hunger Games é a melhor coisa que apareceu na literatura depois de Homero, good for you. Mas saiba que tem gente que acredita em fadas. Gritar que é bom não é suficiente, não melhora o produto. Aliás, o choro é livre, mas o lugar de chorar é na cama que é lugar quente e não nos ouvidos dos outros.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;Se não se fundamenta, não se justifica, não se elabora, toda opinião é igual. Dizer que gosta ou dizer que odeia sem colocar alicerces, é queimar adjetivos. APENAS ISSO. Não serve para nada. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;Outra coisa que o fã em geral não entende, é que existem outras possibilidades no universo além de seu escritor predileto e a estória criada por ele. Sim, se você está na onda das distopias infanto-juvenis, saiba que existem outras praias a serem visitadas. Elas talvez não abriguem vampiros, lobisomens ou possuam a pretensão metafísica do Big Brother Brasil como Hunger Games, mas talvez te mostre que, de repente, não mais que de repente, tem coisa mais legal por aí. Quem sabe né? Vai que você se surpreende. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;É preciso que se entenda que, gostar de algo, mesmo que fortemente, ou até dar pity, não traz atributos ou virtudes para uma obra. Sou sempre a favor da leitura. Acho que ler é sempre melhor do que não ler, mesmo que seja o jornal que embrulhava o peixe, mas ainda assim sei que, a leitura impende amadurecimento.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;Você pode começar com Suzanne Collins ou Stephanie Meyer, mas SAIBA que com o tempo, você mesmo reconhecerá que se equivocou ao fazer da defesa de suas obras, uma batalha campal. Isso é chato, é cafona, é coisa de quem bebe pera com leite feita pela vó.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;Então vou contar para vocês um segredo. Só para vocês que são adolescentes e que sonham com terríveis distopias de um mundo implacável. Quem sabe seus desejos se realizam e o futuro não será tão bom. Basta que, para isso, vocês continuem tratando e considerando quem não gosta, ou critica seu gosto literário, como seu inimigo de armadura. Logo logo, a vida se transformará em um inferno, até mesmo dentro das bibliotecas. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;E já ia esquecendo...se tudo falhar e nenhuma dessas distopias acontecer, o mundo parecer maravilhoso e a ficção ficar na ficção, não se preocupem ok?&amp;nbsp; Existe algo muito mais assustador do que não ir para a Aldeia dos Vitoriosos. E prometo: vai acontecer com absoluta certeza quando vocês crescerem. Se chama contas no fim do mês. Espere até você ter que pagá-las por si só e verá que brigar por causa de &lt;a href="http://www.blogger.com/blogger.g?blogID=123080350566866201" name="_GoBack"&gt;&lt;/a&gt;Hunger Games não é coisa de adolescente...é coisa de criança.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Hpcharles.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/123080350566866201-8350904374079092407?l=frappuccinomochabranco.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://frappuccinomochabranco.blogspot.com/feeds/8350904374079092407/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=123080350566866201&amp;postID=8350904374079092407&amp;isPopup=true' title='19 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/123080350566866201/posts/default/8350904374079092407'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/123080350566866201/posts/default/8350904374079092407'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://frappuccinomochabranco.blogspot.com/2012/04/e-so-um-livro-jovens-mancebos-e-so-um_12.html' title='É só um livro, jovens mancebos, é só um livro  (por Hpcharles)'/><author><name>tatiana</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09199012043949838288</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-LEsa0wpaJd8/TwYxaTH2VXI/AAAAAAAAA94/b8gIzykD1Wc/s220/IMG_0030%255B1%255D.JPG'/></author><thr:total>19</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-123080350566866201.post-1078872562665993533</id><published>2012-01-17T18:04:00.000-02:00</published><updated>2012-01-17T18:04:48.612-02:00</updated><title type='text'>painkillers - o que a pessoa sensata nao deve fazer quando tomá-los</title><content type='html'>Hoje eu tive um dente do siso extraído.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E como toda vez que tomo grandes quantidades de painkillers, fiz besteira.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1 - entrei na Ultrafarma pela saída&lt;br /&gt;2 - comprei tinta vermelha pros cabelos... (tou aqui olhando pra essa caixa de Koleston aqui, sem entender nada... &amp;nbsp;porque eu comprei isso?rs... WTF?&lt;br /&gt;3 - fiquei na fila errada no terminal de ônibus (mas percebi a tempo de pegar o ônibus certo! )&lt;br /&gt;4 - entrei no mercado pra comprar sorvete e saí com iogurte... Activia de morango, craro&lt;br /&gt;5 - achei que era uma idéia incrível fazer um vídeo sobre minha incapacidade de manter redes sociais alive and kicking que quando fui ver, já devidamente enviado e editado no youtube, depois de ter respondido uns 30 comentários, vi que tava com uma puta cara de "&lt;b&gt;Me Add!!!&lt;/b&gt;", hahahah (e eu só queria explicar pra galera que nao é maldade nao receber todo mundo nas redes que têem meu perfil, mas sim a preguiça monstra que toma conta do meu ser e que faz a graça de manter qualquer página termine assim que coloco o perfil no ar...&lt;br /&gt;6- aí a dotôra disse assim: "não pode fazer bochebo hoje,só amanhã" - e o quê que eu fiz? tu já adivinhou? realiza o estrago? sabe quando desenho animado se machuca e ve estrelinhas? entao,rs...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;ai, olha, adicionei &lt;b&gt;&lt;i&gt;&lt;u&gt;todo-mundo&lt;/u&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt; que me adicionou, mesmo &lt;i&gt;quem nao tinha se identificado &lt;/i&gt;(entao serviu pra absolutamente nada o video, perceba, rs) - sejam bonzinhos, sim?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;ou Baby Jane puxará seus pezitos à noite...&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;(Muá-ha-ha)&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;tá, efeito de analgésicos devidamente se esvaindo do corpo da pessoa, a razão paulatinamente tomando seu lugar de direito, venho por mesio deste post dizer que&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Gente, o Blog/Canal tem página no Feici! quem quiser entrar em contato comigo e nao gostar de caixa de msgs de blogs/ tuba, nem de e-mail (ele tá ali do lado, ó/ )pode mandar msg por lá, sim?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;beijo pra todo mundo ;)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/123080350566866201-1078872562665993533?l=frappuccinomochabranco.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://frappuccinomochabranco.blogspot.com/feeds/1078872562665993533/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=123080350566866201&amp;postID=1078872562665993533&amp;isPopup=true' title='17 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/123080350566866201/posts/default/1078872562665993533'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/123080350566866201/posts/default/1078872562665993533'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://frappuccinomochabranco.blogspot.com/2012/01/painkillers-o-que-pessoa-sensata-nao.html' title='painkillers - o que a pessoa sensata nao deve fazer quando tomá-los'/><author><name>tatiana</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09199012043949838288</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-LEsa0wpaJd8/TwYxaTH2VXI/AAAAAAAAA94/b8gIzykD1Wc/s220/IMG_0030%255B1%255D.JPG'/></author><thr:total>17</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-123080350566866201.post-8947384407128520792</id><published>2012-01-14T10:24:00.000-02:00</published><updated>2012-01-14T10:24:33.080-02:00</updated><title type='text'>Você Também.</title><content type='html'>&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-PX0AIr3EN3c/TxFqbF9VuhI/AAAAAAAAA_k/OHv6uvcOHeE/s1600/u2-by-anton-corbijn.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="272" src="http://4.bp.blogspot.com/-PX0AIr3EN3c/TxFqbF9VuhI/AAAAAAAAA_k/OHv6uvcOHeE/s400/u2-by-anton-corbijn.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Uma das coisas mais legais do nome de uma das minhas bandas preferidas é o fato de poder ter 3 leituras diferentes:&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;1 – you too &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;2 – you two&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;3 – U2 (modelo d’um avião de guerra, ou coisa que o valha)&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;Gosto mais do primeiro significado – acho que essa coisa de inclusão, de que você também faz parte, de que você também pode fazer o que eles fazem, de que você também pode montar uma banda de pós-punk, você também pode tocar no Red Rocks, você também pode criar um alter ego com jaqueta de couro e óculos escuros e falar quanta bobagem quiser, você também pode imitar o Village People, você também pode se reinventar, você também pode prestar mais atenção ao seu redor e outras mil coisas, porque afinal de contas,&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;b&gt;“We can break through,&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;b&gt;Though turn in two,&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;b&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;We can be one.”&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;Ter uma banda preferida, eu imagino, deve ser bem parecido a escolher o seu time de futebol – o fato de eu ter 4, 5 bandas preferidas e mais uma escadinha de milhares de degrauzinhos pra outras bandas que eu gosto talvez seja um dos motivos&amp;nbsp; pra que eu não goste de futebol (jamais conseguiria escolher um time só – ainda bem que não gosto nem um pouco do esporte ;)&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;U2 é uma das bandas mais legais de todos os tempos.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;No topo da escadinha, U2 divide espaço com R.E.M, Legião Urbana, Genesis, &amp;nbsp;Fleetwood Mac e Doves. Mas preciso confessar que na esmagadora maioria das vezes, R.E.M. estica o pescoço e ganha de todas.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;Logo na sequencia, num degrauzi nho um pouco mais baixo, estão as bandas escocessas mais fofas desse mundo (Belle&amp;amp;Sebastian, Travis, &amp;nbsp;Teenage Fanclub) ,&amp;nbsp; Beatles, Joy Division/New Order e Depeche Mode;&amp;nbsp; e logo mais um tiquinho pra baixo estão todas as outras bandas que eu gosto, numa distribuição de amor em partes iguais ;)&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;Mas U2 ganha em vários quesitos – maior número de CDs na coleção, maior número de DVDs da coleção (quesito show/documentário/ coletanea de videos), maior número de idas a shows.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;No post em que falei sobre minha relação com a música, disse que meus gostos musicais foram fortemente influenciados pelos gostos das minhas irmãs mais velhas.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;(e sempre me lembro da única música da Adriana Calcanhoto que adoro, a Esquadros, quando ela diz “Eu presto muita atenção ao que o meu irmão ouve”&amp;nbsp; ;)&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;Bem, elas também gostavam muito do U2;)&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;Então eu gostava tanto de “Angel of Harlem” quanto de “Eduardo e Môniuca”, por exemplo.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;Gotava tanto do clipe de “I still haven´t found what I´m looking for” quanto do divertidíssimo “Land of Confusion” do Genesis (o primeiro mostrava essa banda simpática andando no meio do povo numa calçada de Las Vegas interagindo com as pessoas todas, o segundo era uma animação excelente ,&amp;nbsp; pra se ter idéia ;)&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;Um belo dia minhas irmãs alugaram a fita (oi, Video Cassete!) do Rattle and Hum, e eu lembro de ter achado tudo o máximo – principalmente o videoclipe da All I want is you (aquele com o anão de circo e seu fim trágico). Eu devia ter uns 7 anos, e o Rattle &amp;amp; Hum fez o estrago.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;Cheguei a comentar num outro post que o primeiro CD comprado pra testar nosso primeiro CD player foi o R&amp;amp;H – meu disco preferido de todos os tempos até hoje.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;O disco abre com uma cover dos Beatles,&amp;nbsp; a Helter Skelter, que só muitos anos depois fui entender o que o Bono diz logo na introdução (“This song Charles Manson stole from The Beatles – we´re stealing it back” ).&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;Minha mãe sabia quem era o Charles Manson – no verão de 69 ele mandou seus seguidores matarem a Sharon Tate, esposa do diretor de cinema Roman Polanski na época. Ela estava grávida. Minha mãe me contou essa história quando vimos O Bebê de Rosemary na tevê. Ela achava que aquelas coisas horríveis tinham acontecido com a Sharon Tate porque o marido estava fazendo um filme sobre o demo. – mas e daí? Como assim o assassino da ST roubou uma música dos Beatles?&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;Aparentemente, o seu Manson gravou uma cover nao-autorizada dessa música dos Beatles.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;De volta ao R&amp;amp;H, o disco já começa com tudo isso de informação,&amp;nbsp; tem mais uma cover excelente dessa vez do Bob Dilan&amp;nbsp; e sua All Along the Watchtower (que Dave Matthews fez o favor de estragar pra sempre), tem versões ao vivo excelentes de I still haven´t found, Pride (aqui com o subtitulo de In The Name of love, já que todo mundo falava errado o nome da música,&amp;nbsp; e a melhor versao ao vivo de todas da Bullet the Blue Sky. Além de tudo isso, o disco ainda traz músicas inéditas compo Desire (nunca vou esquecer da Daniela Mercury sendo entrevistada no show do U2 cantando “Gloria’ em vez de “desire” na letra da música...), Angel of Harlem, All I want is you e a melhor de todas, a música mais bonita do U2 na humilde opinião dessa pessoa, que é a Heartland (e Larry Mullen Jr visitando emocionado Grace Land, casa de Elvis ao som de Heartland no documentário nao tem preço).&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;Eu poderia passar horas escrevendo o quanto esse disco é bom e você ainda não teria idéia disso.&amp;nbsp; É o tipo de disco que eu adoraria nunca ter ouvido só pra poder ouvi-lo pela primeira vez de novo ;)&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;Na adolescencia, aos poucos fui adquirindo os outros CDs da banda. Vieram outros preferidos como o Under a Blood Red Sky (mais um ao vivo ;), o Joshua Tree,&amp;nbsp; as coletâneas com tiragem limitada e numerada.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;E o Achtung Baby que eu praticamente ouvi até furar.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;O Achtung Baby foi um disco muito diferente de tudo o que eu já tinha ouvido até entao.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;Em 1991 eu tinha 9 anos.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;A gente já tinha antenas UHF em casa e já éramos viciadas em MTV.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;E &amp;nbsp;MTV era a coisa mais legal do mundo no começo dos anos 90 (1995 foi o ano do primeiro MTV Music &amp;nbsp;Awards Brasil, e a MTV ficou uma merda desde então, e aparentemente para todo o sempre).&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;Meus programas preferidos eram o Clásscicos MTV (meia horinha diária de videoclipes muito velhos, de verdade), Pé da Letra (10 minutinhos de puro amor – 1 videoclipe com a letra traduzida e outro com a letra em inglês – no dia seguinte, a tradução do clipe em ingles do dia anterior, e assim por diante), Gás Total (só porque Gastão Moreira era engraçado ), Check in (onde as bandas escolhiam seus clipes preferidos – e onde Robert Plant e Jimmy Page escolheram Fall on me do REM como música preferida e eu vou lembrar disso pra sempre, porque minha música preferida do REM também é a Fall on me ;)Top 10, todo santo dia com a Astrid, Lado B do Fábio Massari (domingo a noite com muito Blur, Weezer, Buffalo Tom, etc,etc,etc;) e o Ponto Zero.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;No Ponto zero eles lançavam os videoclipes novos da semana.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;Quando bandas grandes faziam suas estréias, a semana inteira era recheada de especiais (videoclipes, entrevistas, documentarios, you name it! Tinha de tudo)&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;Quando The Fly estreou na MTV ele passava de hora em hora, e asim que voltei&amp;nbsp; da escola, até a hora de dormir, eu devo te-lo visto no minimo umas 4 vezes ;)&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;Lembro que minha irmã do meio era mais fã de U2 que todas, mas a mais velha era quem comprava os discos. Não demorou pra termos o vinil do Achtung Baby. Minha música preferida era &amp;nbsp;Mysterious Ways ;)&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;One tocou demais no rádio.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Nunca &amp;nbsp;gostei &amp;nbsp;de One (só da ponte “you ask me to enter, but then you make me crawl –and I can´t be holding on to what you´ve got, when all you´ve got is hurt…” &lt;span lang="PT-BR"&gt;) – acho bonito (e verdade.)&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;Assistindo ao From Sky Down, documentário que saiu no ano passado sobre a gravação desse disco, entendi a mudança radical do Rattle and Hum pro Achtung Baby – tem a ver com o fracasso do R&amp;amp;H – documentário.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;Eu adoro, e não conheço um fã da banda que não goste.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;Mas o que era pra ser um relato divertido da primeira grande turnê da banda nos EUA, em meados dos anos 80, todos eles nos seus&amp;nbsp; vinte e poucos anos, visitando bares de blues e jazz, aprendendo a tocar blues com o BB King, não sabendo o que dizer na frente dos reporteres,foi totalmente mal-compreendido – aparentemente os americanos entenderam que o U2 &amp;nbsp;estava querendo mostrar pra eles como é que se toca sua música típica (ó, é assim que se toca blues!), que “fingir” nao saber o que dizer em entrevistas não é fofinho e sim falta de consideração.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;Voltaram pra Irlanda (pra casa) e quando lá chegaram, ninguém mais estava nem aí pra eles (U2 –who? Quem voces pensam que sao?)&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;Tiraram férias forçadas e só anos depois se juntaram pra gravar outro disco. Foram pra Berlin bem no meio da queda do muro, e gravaram, aos trancos e barrancos, um nao suportando mais olhar pra cara do outro, um disco excelente com influencia de industrial rock, de new order e depeche mode (e mais todas as outras bandas de Manchester), pariram uma One que falava exatamente desse momento de “we are one, but we´re not the same, we´ve got to carry each other”&amp;nbsp; e que se foda e virou tão somente &amp;nbsp;musiquinha romantica que pessoas masculinas oferecem &amp;nbsp;pra namorada, rs... adooooro essas coisas, essas misinterpretations de letras de músicas,rs.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;Enquanto escrevo esse post interminável&amp;nbsp; sobre U2 estou ouvindo ao DVD da turnê Zoo Station (digo “ouvindo ao DVD” porque a tevê está ali ligada, mas estou aqui digitanto), e está tocando Where the Streets Have no Name, que na minha opinião é a obra prima ;)&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;Mas e aí, o que aconteceu com os megalomaníacos do Rattle and Hum? Aproveitaram a mudança no som pra mudarem de persona – é só olhar pra eles nos videos das músicas do Achtung Baby, ou ver o clipe da Lemon do Zooropa. Já que todo mundo achava que eles se sentiam Os superstars, eles agiriam como tal ;)&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;b&gt;“Well the God I know isn´t short on cash, Mr. “ (Bullet the blue sky, R&amp;amp;H)&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;A próxima bobagem que diriam sobre eles, sobre o Bono na verdade, é que ele quer ser djisus, madre teresa de calcutá ou coisa parecida. O que cai naquela minha velha opinião que serve pra quase tudo nessa vida de que “mêo, cê tem uma banda gigante dessas, faz o que você quiser com ela! Quer falar de política vai lá e fala! Quer criar uma ONG, vai lá e cria! Quer ajudar as criancinhas da África? Vai lá e ajuda, o problema é seu!” . Agora se voce nao tem uma banda do tamanho do U2, e não faz porra nenhuma pra ajudar o próximo, cê tá&amp;nbsp; falando o quê do Bono?&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;“Todo show é a mesma coisa, o cara puxa uma menina pra dançar com ele no palco”&amp;nbsp; - entao, quando voce tiver sua banda, voce faz assim, nao puxa nenhuma menina pra dançar com voce no palco.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;“Pô, eles já tão velhos e caquéticos, deviam parar de fazer essas bostas de discos”, entao, quando vc tiver sua banda e estiver velho caquético, vá jogar bocha, sim?&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;Fico irritada com essas coisas. Quer falar mal do All that you can´t leave behind “nhé”! deles(apesar da incríovel Beautiful Day...),&amp;nbsp; eu até ajudo, mas fico puta quando falam bobagem sem cabimento das bandas (ou de qualquer outra coisa) que eu gusto.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;b&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;Top 10&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;b&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;(que fique bem claro que como todos os top 10, ou 5, que eu faço, se vc me perguntar daqui a 15 minutos, eu posso mudar de ideia e trocar tudo.)&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;1 – Where the streets have no name&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;2 – Heartland&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;3 – Acrobat&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;4 – Party Girl (versao ao vivo do under a blood red sky)&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;5 – Running to stand still&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;6 – All I want is you&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;7 – Beautiful Day&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;8 – Dancing Barefoot &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;9 – The ground beneath her feet&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;10 – Zooropa / Lemon (nao consegui decider entre as duas)&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;(será que o Bono ainda consegue cantar Lemon?)&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;b&gt;“you´ve got the right shoes to get you through the night” &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;Tive a chance de ver U2 ao vivo duas vezes – a primeira em 2006 ( “nossa festinha particular” segundo Bono (o único show no /brasil que nao seria transmitido por tv ou internet), cujo momento alto pra mim foi ter sido encerrado com “40” (quinem o Under a Blood Red sky que eu passei a vida ouvindo ;) e no ano passado, bem no dia em que U2 bateria o recorde de público, e bem perto do aniversário de 20 anos do Achtung Baby, portanto o show foi recheado de músicas desse disco ;) (momento alto – Zooropa ao vivo ;)&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;Nesse ultimo, pra voltar pra casa foi um perrengue só. A organização inteligente das redondezas do estádio do Morumbi fez o favor de fechar todas as ruas. Não tinha táxi. Não tinha ônibus. Não lembro por quanto tempo a gente teve que andar até achar um taxi (na verdade, roubamos o táxi de alguém, mas né, a necessidade faz o sapo pular ). Ainda bem que eu tava de tenis ;)&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;Em 2012 eles devem lançar um disco novo com ajuda de gentes como Dadid Guetta e Wil.I.Am.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;Quero morrer.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;Mas fã é fã, vai ter sempre alguma coisa alí pra fazer a gente gostar do disco seja lá quem produziu.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;;)&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/123080350566866201-8947384407128520792?l=frappuccinomochabranco.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://frappuccinomochabranco.blogspot.com/feeds/8947384407128520792/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=123080350566866201&amp;postID=8947384407128520792&amp;isPopup=true' title='8 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/123080350566866201/posts/default/8947384407128520792'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/123080350566866201/posts/default/8947384407128520792'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://frappuccinomochabranco.blogspot.com/2012/01/voce-tambem.html' title='Você Também.'/><author><name>tatiana</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09199012043949838288</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-LEsa0wpaJd8/TwYxaTH2VXI/AAAAAAAAA94/b8gIzykD1Wc/s220/IMG_0030%255B1%255D.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-PX0AIr3EN3c/TxFqbF9VuhI/AAAAAAAAA_k/OHv6uvcOHeE/s72-c/u2-by-anton-corbijn.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>8</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-123080350566866201.post-8455451500043285517</id><published>2012-01-13T12:31:00.003-02:00</published><updated>2012-01-13T12:34:16.656-02:00</updated><title type='text'>Eu tenho vergonha alheia</title><content type='html'>e você?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;eu sou daquelas que baixa a cabeça, olha pras unhas, olha pra janela, tenta fazer contato visual pra ver se mais alguém tá sofrendo de vergonha alheia, também (sempre tem!;), quero morrreeeeeeeeerr, finjo que estou com tosse pra ver se a pessoa pára de fazer/falar merda... uma belezura...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;tenho vergonha alheia cinematográfica, também - sabe aquela cena em que pegam o personagem x fazendo merda, bem na hora? se estou sozinha, vou escorregando no assento, até nao conseguir mais ver a tela. se estou acompanhada, enfio a cara no braço da pessoa do meu lado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;e tem também a vergonha alheia televisiva - essa eu fico bem a vontade pra soltar um "ai caralho!", daqueles que saem bem rápido,sabe? rs entao, eu troco de canal até acabar a cena.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;e tem a vergonha alheia youtubesca, que, né, além da minha auto-vergonha toda vez que amigo/aluno/colega de trabalho descobre meu canal me faz ficar vermelha na hora, suar frio, e querer que a minha mãe me ligue AGORA! seguida pela vontade incrível de me transformar numa ema, mas bem, &amp;nbsp;tem também a vergonha alheia que me faz ver videos pela metade, ou pulando trechos, ou desistindo dessa vida e ir ver o filme do Pelé.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;mas repare bem na sensação física da vergonha alheia:&amp;nbsp;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;(momento olha como eu sou cientista - se alguém ler esse post, me diga nos comentários se é só comigo isso,rs)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;o primeiro sintoma da vergonha alheia é um espasmo muscular na região do abdome, que te faz querer encolher em posição fetal. Caso a cena causadora da vergonha alheia se prolongue por mais de 10 segundos, uma vontade incontrolável de fechar os olhos e os ouvidos pode ocorrer. Seja pelo encolhimento involuntário ou simplesmente por, né, vergonha, se a pessoa tiver tendencia a vermelhidão facial, ela ocorrerá. O alívio só se dá no momento em que a pessoa percebe que né, ela nao está sozinha, tem mais gente morrendo de vergonha alheia naquele exato momento, e no qual o cruzamento de olhares seguido por aquele risinho engolido de reconhecimento (que dependendo da situação pode virar uma gargalhada incontrolável) tem lugar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;oremos todos, amém, bjo&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/123080350566866201-8455451500043285517?l=frappuccinomochabranco.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://frappuccinomochabranco.blogspot.com/feeds/8455451500043285517/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=123080350566866201&amp;postID=8455451500043285517&amp;isPopup=true' title='8 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/123080350566866201/posts/default/8455451500043285517'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/123080350566866201/posts/default/8455451500043285517'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://frappuccinomochabranco.blogspot.com/2012/01/eu-tenho-vergonha-alheia.html' title='Eu tenho vergonha alheia'/><author><name>tatiana</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09199012043949838288</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-LEsa0wpaJd8/TwYxaTH2VXI/AAAAAAAAA94/b8gIzykD1Wc/s220/IMG_0030%255B1%255D.JPG'/></author><thr:total>8</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-123080350566866201.post-7807269520098156137</id><published>2012-01-09T10:44:00.000-02:00</published><updated>2012-01-09T11:11:00.758-02:00</updated><title type='text'>Os 5 melhores Filmes de 2011</title><content type='html'>&lt;br /&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;Engraçado – 2011 não foi um ano muito produtivo em termos de idas ao cinema, então foi realtivamente fácil fazer uma uma lista dessas :/&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;b&gt;5º lugar: A minha versão do amor (Barney´s Version)&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-K34Jgq8-4jE/TwrWDbNYZvI/AAAAAAAAA-w/n_K2dvt3Y5A/s1600/barney%2527s.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://4.bp.blogspot.com/-K34Jgq8-4jE/TwrWDbNYZvI/AAAAAAAAA-w/n_K2dvt3Y5A/s1600/barney%2527s.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;Esse filme na verdade é de 2010, mas só chegaou por aqui em abril do ano passado (ou maio... ih, já nem lembro, mas foi no primeiro semestre com certeza!)&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;O filme nos conta detalhes da vida desse cara (Paul Giamatti) que supostamente assassinou seu melhor amigo (o cara do Felicity?)&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;O personagem principal me deu nos nervos em dados momentos, mas é aquele tipo de anti-herói pelo qual no decorrer da estória a gente vai tendo compaixão. Cheio de falhas tipicamente masculinas, acho que seu apelo&amp;nbsp; é bem melhor compreendido pelo publico masculino – ele acaba fazendo algumas coisas que tenho certeza, já passaram pela cabeça de vários homens, como por exemplo, num dado momento, durante seu segundo casamento ele se apaixona por uma das convidadas, e no final da cerimômnia sai correndo atrás dela.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;Eu que já passei por alguns percalços dessa vida, assisti esse filme com uma vontade de levantar&amp;nbsp; e ir embora, mas ao mesmo tempo tendo que engolir a seco, ver o filme e tentar entender os motivos que levam homens do sexo masculino a serem tão... homens.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;Achei que o filme continha muitas coisas que eu precisava parar por cerca de duas horas e meia&amp;nbsp; no escuro do cinema, em silencio, só vendo/ouvindo e refletindo a respeito.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;Quando o filme acabou, fiquei com a sensação de que precisava ouvir mais.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;Engraçado como alguns filmes teem dessas coisas... certeza que muita gente viu esse filme e achou um saco, ou simplesmente um filme ok sem mensagem subliminar, sem nada pra levar pra casa e pensar a respeito...&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;b&gt;4º lugar: Super 8&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/---EI6avsVgk/TwrWJUNpogI/AAAAAAAAA-4/CqD05ifLK6I/s1600/super+8.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://3.bp.blogspot.com/---EI6avsVgk/TwrWJUNpogI/AAAAAAAAA-4/CqD05ifLK6I/s1600/super+8.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;O Super 8 é aquele filme que assim que termina você pensa: Quero ver de novo!&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;Esse filme me deu uma baita saudade dos filminhos do Spielberg dos anos 80 (e tem a mãozinha dele na produção), aqueles que passavam direto na sessão da tarde nos anos 90. Me deu saudade da minha infância, dos amigos que tive e dos que não tive. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;Um grupinho de amigos por volta de seus 12, 13 anos resolvem fazer um filme caseiro de terror com sua camera portátil (super 8), mas acabam se metendo na maior confusão quando Ets invadem a terra e eles acabam filmando sem querer a “chegada” &amp;nbsp;deles.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;O filme não tem tanto seu foco na invasão do espaço como nos relacionamentos pais-filhos, e a amizade entre os 5 integrantes do grupinhos, o interesse dos meninos do grupo pela menina mais bonita e inteligente que resolve participar do filme e eles descobrem que ela é realmente boa atriz.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;É o filme mais fofinho do ano, sem dúvida.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;b&gt;3º lugar: &amp;nbsp;Melancolia (Melancholia)&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-Ep9QgXdoPaA/TwrWOrLQvMI/AAAAAAAAA_A/u1mQkIOA-bc/s1600/melancholia.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://2.bp.blogspot.com/-Ep9QgXdoPaA/TwrWOrLQvMI/AAAAAAAAA_A/u1mQkIOA-bc/s1600/melancholia.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;Vai ser complkicado falar sobre o Melancholia.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;Eu enxerguei um milhão de coisas diferentes neste filme,&amp;nbsp; e não vou conseguir de jeito nenhum explicar por que esse é um filme tão incrível pra mim.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;Acho que ele tem muitos elementos subjetivos, dos quais cada um vai tirar o significado que achar melhor&lt;/span&gt;.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;Vai ter gente que vai olhar pra essa Kirsten Dunst deprimida e querer afogar no tanque, vai ter gente que vai se compadecer dela, e eu faço parte de um outro grupo que vai achar que essa personagem simplesmente sente demais, e não sei bem se é a tristeza ou o medo (talvez os dois?) que a deixam paralizada. Enquanto ela fica alí tendo seus momentos de epifania durante seu casamento, ou enquanto ela está tão convicta de que tudo vai acabar, e já que vai acabar mesmo, já acabou, portanto “se eu me mexer, não vou mudar nada, mesmo” , a gente focaliza a atenção nos outros personagens que são tão fodidos ou ainda mais do que ela, simplesmente vivem e agem a apartir da engrenagem que faz a gente levantar e ir cuidar das nossas vidas todo santo dia.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;Cada vez que revejo esse filme percebo alguma coisa que eu ainda nao tinha visto alí. E fico cada vez mais convencida de que é melhor eu manter minha Clair bem escondidinha aqui dentro, e me esforçar pra que ela não saia por aí assustando criancinhas.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;Filme incrível, vale a pena.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;A abertura ao som de Wagner já vale a pena, mas seja corajoso/a e veja até o fim.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;b&gt;2º lugar: A Árvore da Vida (The Tree of Life)&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-AnZUfb9SlKI/TwrWTD2m-oI/AAAAAAAAA_I/TKG5MYAoH_M/s1600/tree+of+life.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="http://2.bp.blogspot.com/-AnZUfb9SlKI/TwrWTD2m-oI/AAAAAAAAA_I/TKG5MYAoH_M/s320/tree+of+life.jpg" width="294" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;O Terrence Malick que dirigiu esse filme só faz filmes quando acha que tem alguma coisa a dizer. Acho bonito isso. Respeito.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;Em mais de 40 anos de carreira, esse é o 5º filme dele.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;É mais um filme que mexeu em várias feridas minhas que só com muita coragem pra encarar e com 3 dias de Leader Training consegui&amp;nbsp; encará-las como deveria, curar algumas e reconhecer onde outras estão para serem resolvidas mais tarde com muita terapia.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;Este filme conta a história de uma família – os pais e mais 3 meninos.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;Logo no início do filme, a mãe recebe o que só pode ser uma carta do exercito dizendo que um de seus filhos morreu em combate (nada é dito – mas se voce tem 10% de sensibilidade nessa vida, vai entender na hora). A hstória é contada através das memórias (ou da imaginação) do filho mais velho interpretado pelo incrível Sean Penn, muitos anos após o acontecido.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;O filme é lindo – visualmente é um dos filmes mais bonitos que já vi.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;Tudo é muito lento,&amp;nbsp; 40% do filme é sem diálogo (ou talvez até mais), as atuações são heart-felt, tudo é muito delicado, muitas imagens remetem a sensações físicas, tudo é muito bem feito, muito tocante, a ponto de você se incomodar com o rumo que filme está levando e pra que memórias da sua infância/sua família voce está sendo forçado a reviver.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;A sua história pode nao ter absolutamente nada a ver com a do filme – voce pode ter tido uma vida de propaganda de margarina (coisa que dúvido com força que alguém tenha tido depois de tudo que vi nesse ano de 2011), voce pode ser a pessoa mais insensível e durona do mundo e se irritar com os conflitos dessa UMA família, e com os dedos que o filme enfia nas feridas –&amp;nbsp; você vai se identificar com esse filme em algum nível de consciencia.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;Assista.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;b&gt;1º lugar: Meia Noite em Paris (Midnight in Paris)&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-bbqUpxztkCI/TwrWXOGTIRI/AAAAAAAAA_Q/XXe0ZWafi74/s1600/meia+noite.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="400" src="http://1.bp.blogspot.com/-bbqUpxztkCI/TwrWXOGTIRI/AAAAAAAAA_Q/XXe0ZWafi74/s400/meia+noite.jpg" width="270" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;Eu sempre quis ter sido adolescente nos anos 60/70. Ter sido fã de verdade das grandes bandas de Rock. Ter participado dos grandes movimentos estudantis.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;E você? Em que época gostaria de ter vidido?&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;O protagonista deste filme gostaria de ter vivido nos anos 20, bem na era do Jazz. E de certa forma, ele consegue realizar esse sonho. Ele é aspirante a escritor e um belo dia se vê participando de festinhas particulares com gente como F. Scot Fitzgerald e Hamingway. Acaba conhecendo gente como Gertrude Stein, Carlos Buñoel, Dali e Picasso.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;Se não é a obra prima do Woody Allen, chegou muuuito perto – é o filme mais delicioso de ser visto, super bem-humorado,&amp;nbsp; com personagens cativantes, enredo infalível, e rinocerontes ;)&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;Não tem como terminar de ver esse filme sem um sorrisão no rosto ;)&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/123080350566866201-7807269520098156137?l=frappuccinomochabranco.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://frappuccinomochabranco.blogspot.com/feeds/7807269520098156137/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=123080350566866201&amp;postID=7807269520098156137&amp;isPopup=true' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/123080350566866201/posts/default/7807269520098156137'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/123080350566866201/posts/default/7807269520098156137'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://frappuccinomochabranco.blogspot.com/2012/01/os-10-melhores-filmes-de-2011.html' title='Os 5 melhores Filmes de 2011'/><author><name>tatiana</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09199012043949838288</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-LEsa0wpaJd8/TwYxaTH2VXI/AAAAAAAAA94/b8gIzykD1Wc/s220/IMG_0030%255B1%255D.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-K34Jgq8-4jE/TwrWDbNYZvI/AAAAAAAAA-w/n_K2dvt3Y5A/s72-c/barney%2527s.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-123080350566866201.post-6020522289094508036</id><published>2012-01-05T21:17:00.000-02:00</published><updated>2012-01-05T21:17:46.742-02:00</updated><title type='text'>sobre Música</title><content type='html'>&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;Estou há uns 2 anos sem aparelho de som no meu quarto.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;Sempre adorei ouvir música alta sozinha, acompanhando a letra no encarte ou simplesmente largada no sofá ou em cima da cama de olhos fechados.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;Aos 12 anos de idade, ganhei meu primeiro Walkman da Sony (daqueles pretos com toca-fitas),&amp;nbsp; e partir de então passei a dividir meu tempo musical entre ouvir música alta no aparelho de som da sala ou no quarto e meus fones de ouvidos que duravam cerca de 2 semanas (o original que veio junto com o Walkman durou um poiuco mais, mas lembro de ter recorrido a camelôs um milhão de vezes),&amp;nbsp; e a fortuna que foi gasta com pilhas, entao, vixe, nem se fala (certa vez meu pai cansou dessa vida de trazer pilha pra casa dia sim dia nao e me trouxe um incrível carregador de pilha, e olha que incrível, ele era BIVOLT!&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;Fazer qualquer coisa com o walkman ligado (e preso ao cinto, veja só voce, ele tinha um prendedor pro cinto!) era muito mais legal.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;Lavar a louça pra minha mãe.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;Limpar meu quarto.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;Passar férias na casa da praia.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;E andar de ônibus, então, nem se fala (até hoje nao consigo andar de ônibus sem meu Ipod) – e olha que eu só precisava andar de onibus uma vez por semana, aos sábados pra ir até a escola de inglês.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;Gostar de música me ajudou a aprender inglês.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;Gostar de música me fez ter uma vontade enoooorme de aprender a tocar violão – mas descobri que talento não há. *suspiro longo*. Enfim!&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;Como disse lá em cima, estou há cerca de 2 anos sem aparelho de som no meu quarto.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;Eu já não ouvia meus CDs naquele aparelho há bem mais tempo do que isso.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;Somos vizinhos de porta do meu tio, irmão do meu pai. As duas casas foram construídas juntas. Meu quarto que fica sobre a sala, de frente pra varanda que dá pra rua (esse era o quarto dos meus pais – eles trocaram de quarto comigo quando minhas duas irmãs saíram de casa [eu dividia um quarto com elas] e o quarto deles tinha telefone – em 1997 instalamos a internet e, né, era discada, o computador precisava ficar perto dp telefone, e vai saber porque, meu pai achou mais facil trocarmos de quarto do que instalar telefone no meu quarto...ok.). Meu quarto ficava exatamente ao lado do quarto dos meus tios. Nos anos 2000 minha tia que também era minha madrinha foi diagnosticada com cancer. Desde então minha mãe não me deixou mais ouvir música alta no quarto pra não atrapalhar o descanso da tia. Alguns anos depois minha tia faleceu – e eu já tinha perdido o costume de ouvir meus CDs. E há cerca de 2 anos estou sem aparelho de som no quarto.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;Em 2005 entrei pro mundo maravilhoso dos mp3 players (antes de adquirir meu primeiro mp3 player tipo pen drive (eles ainda existem?) adquirido no falecido Standcenter da Paulista. Antes disso, a graça era baixar as músicas em mp3 e gravar CDs com elas.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;Eu não tinha gravador de CDs no meu primeiro computador – então quando eu tinha cerca de 600Mb de músicas no computador, minha irmã do meio levava minha CPU pra casa dela onde meu cunhado gravava essas musicas em CDs pra mim. Um tempo depois precisei de um computador novo e este já tinha um incrivel gravador de CDs. Pra quem gosta de música, aquilo era a coisa mais legal do mundo! Eu gravava mixed CDs pra &lt;i&gt;todomundo&lt;/i&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;Um ano depois ganhei meu primeiro Ipod, classic, 30Gb de puro amor- eu levei&amp;nbsp; exatos 5 anos pra encher 30Gb de música. No final de 2010 ganhei um ipod com capacidade de 160Gb, coloquei todos os 30G do primeiro, hoje acabei de ver que já tenho quase 40 G utilizados, entao acho que ele vai durar mais ou menos a vida toda – o de 30G&amp;nbsp; eu dei pra minha sobrinha que não liga muito pra musica, mas estou tentando mudar isso (quando ela era bebê, eu a colocava pra dormir ouvindo OK Computer do Radiohead – me recuso a acreditar que ela goste de Bruno Mars).&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;Fazendo uma reflexão rápida sobre meu gosto musical ao longo dos anos, chego a conclusão de que não mudou&amp;nbsp; muito. De algumas coisas que eu gostava já não ggosto mais (houve um período negro em que gostei de Backstreet Boys, cheguei a ter um CD da Britney,&amp;nbsp; outro em que fui muito fã de heavy metal e usava camisetas do Iron Maiden – mas ainda guardo o A Real Live One na minha coleção ;)&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;Acredito que&amp;nbsp; tanto as músicas que ouvimos como os livros que lemos ou os filmes que vemos fazem uma GRANDE parte de quem somos.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;Entao eu nasci em 81. Sou a caçula de 3 filhas da dona Carmen – caçula de verdade, veja bem, sou filha temporana (minha mãe já tinha quase 40 anos quando eu nasci) e a diferença pra minha irmã mais velha é de 10 anos, e pra irmã do meio 7. Portanto quando comecei a me entender por gente, minhas irmãs já eram mocinhas, adolescentes, já tinham suas coleções de discos e eu pretty much ouvia o que elas ouviam:&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;- Duran Duran&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;- Madonna&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;- A-ha&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;- Cindy Lauper&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;- New Order&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;- Smiths&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;E, craro, U2.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;Nós não tinhamos nenhum vinil do U2, mas tinhamos o rádio sempre ligado (na Transamérica, ou na Jovem Pan, geralmente) e tinhamos também os incríveis programas de videoclipes da rede Gazeta, minha gente. Alguém aí lembra do Clip-Trip? Do Capivara? Entao, me lembro de ter visto vários especiais do U2 (geralmente clipes do Joshua Tree, ou o Sunday Bloody Sunday ao vivo).&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;Em 1990 a vida começou a ficar mais interessante com a MTV (correria atrás de TV UHF, só pora gente poder assistir a um canal chuviscado que só ficava no ar do meio dia às 10 da noite, mas era divetrtidíssimo), e com o advento do nosso primeiro aparelho de som com CD player.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;O primeiro CD comporado (pra testar o equipamento) foi o incrível Rattle and Hum – pronto, a gente nao tinha em vinil, mas tinha o CD do R&amp;amp;H, que né, bem mais legal.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;(Depois de um tempo minha irmã comprou o vinil do Achtung Baby e do War, também, mas eu nao lembro porque exatamente – a gente já tinha CD player, oras! Mas acho que oi preço do vinil ainda era mais baixo que dos CDs.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;Engraçado como as coisas acontecem – um CD era muito mais caro do que um vinil – nós consumimos CDs por 2 décadas mais ou menos até a era MP3 + Ipod,&amp;nbsp; e os CDs estao ficando obsoletos, mas o vinil, minha gente, continua em plena forma, com toda a sua personalidade. Não sei bem se todos os lançamentos da industria fonográfica sao também lançados em vinil, mas ele está aí, firme e forte (e caro pra caral$%&amp;amp;o – aqui em casa nós nao temos mais o aparelho tocador de vinil, minhas irmãs se desfizeram da maioria das coisas das coleções delas, minha mãe ainda guarda vários dos vinis de música clássica e de música espanhola que ela colecionou desde mocinha, e meu pai ainda tem alguns vinis de música sertaneja (sertaneja, de verdade, nao essa nhaca que se ouve hoje em dia), mas – uma boa vitrola hoje em dia custa os olhos da cara (vou acabar comprando uma pra minha mae qualquer dia desses – apesar dela também ter entrado na era dos CDs nos anos 90, achghoi bonito ela nao ter se desfeito da coleção de vinis dela – acho que deve valer uma nota e... enfim, valor sentimental e etc, tudo isso conta, e música é música e dinheiro gasto com música é sempre dinheiro bem gasto)&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;Hoje em dia eu voltei a comprar vinil – pro namorado que coleciona, tem sua vitrola, mal me deixa chegar perto dela porque, né, sou estabanada e desastrada, entao, deusmelivre riscar um disco dele, mas acho divertido ir até a livraria cultura (pra quem mora em São Paulo, a do shopping Market Place tem uma variedade bem boa, a preços que variam de 80 a 160 reales (queromorrer!! ) – entao, né, um vinil nio aniversário, um no dia dos namorados e 2 no natal e olhe lá, mas de qualquer forma, me divirto horrores procurando vinis legais, constatando que a grande maioria dos que eu compraria eu já tenho em CD, mas, enfim.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;E o encarte? Gente, encarte de vinil é a coisa mais legal do mundo!&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;Da coleção das minha irmãs os que eu mais ouvia eram o Dois da Legião Urbana, o 101 do Depeche Mode, o Like a Prayer da Madonna (que sofreu um acidente, ficou muito tempo no sol e derreteu, mas ainda dava pra ouvir a maioria das músicas), o Stay on These Roads do A-ha, o Achtung Baby do U2, o Arena do Duran Duran e o Keep the Faith do Bion Jovi. A maioria deles eu comprei em CD assim que.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;Hoje me deu vontade de ouvir música alto no meu quarto e lembrei que há cerca de 2 anos estou sem aparelho de som no meu quarto.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;E ouvir música no quarto dos meus pais já não é mais a mesma coisa (mas amanhã eu vou experimentar ...hm)&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Minha sobrinha, aquela que dormia ao som de OK Computer, fez 12 anos - uma boa idade pra começar a emprestar meus CDs pra ela e ver se ela desenvolve o mesmo gosto musical incrivel que o meu (como a mãe e a outra tia dela fizeram comigo ;)&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/123080350566866201-6020522289094508036?l=frappuccinomochabranco.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://frappuccinomochabranco.blogspot.com/feeds/6020522289094508036/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=123080350566866201&amp;postID=6020522289094508036&amp;isPopup=true' title='9 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/123080350566866201/posts/default/6020522289094508036'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/123080350566866201/posts/default/6020522289094508036'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://frappuccinomochabranco.blogspot.com/2012/01/sobre-musica.html' title='sobre Música'/><author><name>tatiana</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09199012043949838288</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-LEsa0wpaJd8/TwYxaTH2VXI/AAAAAAAAA94/b8gIzykD1Wc/s220/IMG_0030%255B1%255D.JPG'/></author><thr:total>9</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-123080350566866201.post-5515511834625314478</id><published>2011-12-10T17:14:00.000-02:00</published><updated>2011-12-10T17:14:30.217-02:00</updated><title type='text'>F É R I A S</title><content type='html'>achei que não chegariam nuuuncaaaaaaa&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;depois desse ano incrívelmente atribulado, eis que meus merecidos 45 dias de puro e absoluto&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;~nada~&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;chegaram.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;nhé, que nada, tem um zilhão de cositas pra fazer, mas sabe quantas aulas eu vou preparar nos próximos 45 dias????? ahm?? ahm????&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;NENHUMA.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;isso já é alguma coisa&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;;)&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/123080350566866201-5515511834625314478?l=frappuccinomochabranco.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://frappuccinomochabranco.blogspot.com/feeds/5515511834625314478/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=123080350566866201&amp;postID=5515511834625314478&amp;isPopup=true' title='16 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/123080350566866201/posts/default/5515511834625314478'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/123080350566866201/posts/default/5515511834625314478'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://frappuccinomochabranco.blogspot.com/2011/12/f-e-r-i-s.html' title='F É R I A S'/><author><name>tatiana</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09199012043949838288</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-LEsa0wpaJd8/TwYxaTH2VXI/AAAAAAAAA94/b8gIzykD1Wc/s220/IMG_0030%255B1%255D.JPG'/></author><thr:total>16</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-123080350566866201.post-2150749876500402053</id><published>2011-11-24T19:00:00.000-02:00</published><updated>2011-11-24T19:00:31.236-02:00</updated><title type='text'>Hoje acordei com 30 anos.</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;object width="320" height="266" class="BLOGGER-youtube-video" classid="clsid:D27CDB6E-AE6D-11cf-96B8-444553540000" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0" data-thumbnail-src="http://3.gvt0.com/vi/umDr0mPuyQc/0.jpg"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/umDr0mPuyQc&amp;fs=1&amp;source=uds" /&gt;&lt;param name="bgcolor" value="#FFFFFF" /&gt;&lt;embed width="320" height="266"  src="http://www.youtube.com/v/umDr0mPuyQc&amp;fs=1&amp;source=uds" type="application/x-shockwave-flash"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;mas eu tinha 13 outro dia mesmo...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;:/&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/123080350566866201-2150749876500402053?l=frappuccinomochabranco.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://frappuccinomochabranco.blogspot.com/feeds/2150749876500402053/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=123080350566866201&amp;postID=2150749876500402053&amp;isPopup=true' title='10 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/123080350566866201/posts/default/2150749876500402053'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/123080350566866201/posts/default/2150749876500402053'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://frappuccinomochabranco.blogspot.com/2011/11/hoje-acordei-com-30-anos.html' title='Hoje acordei com 30 anos.'/><author><name>tatiana</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09199012043949838288</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-LEsa0wpaJd8/TwYxaTH2VXI/AAAAAAAAA94/b8gIzykD1Wc/s220/IMG_0030%255B1%255D.JPG'/></author><thr:total>10</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-123080350566866201.post-8370688718416628397</id><published>2011-10-12T09:24:00.002-03:00</published><updated>2012-05-20T18:10:16.003-03:00</updated><title type='text'>Então, eu li Ulisses...</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-Uq63ZoI_fgI/TpV_DIiz2eI/AAAAAAAAA8c/KuyTWXFHRaE/s1600/301661_2289012938331_1039197068_2587075_1815179767_n.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="240" src="http://3.bp.blogspot.com/-Uq63ZoI_fgI/TpV_DIiz2eI/AAAAAAAAA8c/KuyTWXFHRaE/s320/301661_2289012938331_1039197068_2587075_1815179767_n.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;i&gt;"Achas minhas palavras obscuras. Escuridade está nas nossas almas, não achas?" (página 67)&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;&lt;br /&gt;&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Eu e Ulisses&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em meados de 1997, eu era membro duma sala de bate-papo (passa tempo mais legal do final dos anos 90) em que um dos participantes, um dos pseudo-intelectuais mais incrivelmente pedantes que já pisou a crosta, e de apelido Finnegan vira e mexe falava de e citava James Joyce.&lt;br /&gt;Eu tinha 16 anos, estava na escola de química e tinha vontade ZERO de ler James Joyce.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Já em 2005, na faculdade de tradução, um dos professores de teoria vira e mexe citava Joyce e seu Ulisses - comprei o meu exemplar (até entao o livro mais caro que já tinha comprado na vida).&lt;br /&gt;Tentei começar a ler, não entrei no ritmo, entendi que aquele nao era o momento (livro tem dessas coisas, que tem o hábito de leitura sabe;), e ele ficou morando na minha mesa de cabeceira .&lt;br /&gt;Minha irmã tentou lê-lo também, sem sucesso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No final de 2010, 5 anos depois, eu de férias retomei meu Ulisses do início, porém já com aquela idéia pré-concebida de que, né, o livro é chato e longo e difícil e impossível. Ao fim das férias passei a me obrigar a ler 10 páginas por semana, sem muita atenção.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Há alguns meses atrás percebi o quão imbecil eu sou por tratar o Ulisses desse jeito, resolvi deixar de ser besta e recomeçar, de nooovo, dessa vez tratando o Ulisses como ele merece - afinal, ele é um livro, com começo, meio e fim, contra-capa e orelhas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Larguei todas as outras leituras em andamento e me dediquei a ler e compreender o tio Joyce como toda a limitação do meu QI.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Deu certo?&lt;br /&gt;Sim, eu completei a leitura.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Compreendeu?&lt;br /&gt;Dentro da minha capacidade, conhecimento de mundo, vontade de aprender sobre a Irlanda do final do século XIX, mente aberta pras partes mais descabidas, sim, a Tatiana compreendeu o livro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vai ler de novo?&lt;br /&gt;Um dia, talvez, quem sabe, numa outra fase da vida, no original. Por que não?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Sobre o autor&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;James Joyce nasceu em 1882, escreveu livros mjuito importantes pra literatura irlandesa como os mais conhecido "O Retrato do Artista Quando Jovem" (1916), "Ulisses"(1922) e "Finnegan's Wake"(1939)&lt;br /&gt;O Ulisses foi censurado na América por seu conteúdo erótico (porque como todos sabemos, americanos nao faziam sexo na época).&lt;br /&gt;Morreu em 1941 em Paris.&lt;br /&gt;Era uma criatura debochada - tem muita coisa engraçada no Ulisses, diga-se. Dá pra rir com alguns diálogos. E não sao piadas nerds.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;O Ulisses&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;Se você ficar pensando que o livro é um reconto da Odisséia, se ficar parando a cada citação de obras eruditas ou explicações artísticas sobre coisas X (o livro tá cheio), a leitura não vai andar. Tem que ter em mente (bear in mind...)que os personagens são amigos das artes, sao poliglotas, outros são estudantes universitários, &amp;nbsp;sao cultos e não moravam na esquina da sua casa onde se ouve funk.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O leitor acompanha o senhor Bloom durante 18 horas do dia 16 de junho de 1904 (16 de junho é o Bloom's Day, minha gente. Os irlandeses comemoram esse dia, até hoje. Tem noção disso? Acho incrível. Aqui em São Paulo alguns bares "tipicamente irlandeses"tem suas comemorações dia 16 de junho. Marca aí na agenda e vá, nesse dia, ao Finnegan's Bar na regão da Oscar Freire, se acha que estou inventando.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nesse dia na vida do senhor Bloom, acontece de um tudo - trabalho, andar na praia, comprar jornal, almoçar, comprar sabonetes (o senhor Bloom gosta de sabonetes cheirosos), passadinha no museu pra bater papo com os amigos, esticadinha até o bar, receber carta da amante, ir a um velório, relembrar a morte do filho pequeno, se preocupar com a filha fotógrafa que estuda fora, pulinho na maternidade onde nasce o filho dum amigo, passadinha básica pelo puteiro, descobrir que é traído pela esposa, etc, etc, etc...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tudo isso num fluxo de pensamento frenético.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Várias coisas acontecem com Stephen Dedalus, mas o foco não é nesse personagem, que já teve um livro só pra ele (O Retrato do Artista Quando Jovem). - Stephen é estudante, a vida é difícil, o senhor Bloom vê nele o filho que perdeu. Num dado momento oferece até um quarto em sua casa pro estudante morar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Temas:&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;- antisemitismo (Bloom é judeu, carinhosamente chamado pelos amigos de "Jesuíta execrável". E por aí vai)&lt;br /&gt;- erotização (muitas cenas numj bordel, muitas olhadelas por baixo de saias de mocinhas na praia ou das que andam de bicicleta e muitas revelações picantes da Senhora Bloom&lt;br /&gt;- adultério (né.)&lt;br /&gt;- relações sociais e suas falsidades (momentos de trocas de narrados onde se descobre o que cada personagem realmente pensa do outro)&lt;br /&gt;- a sociedade dublinense.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Conclusão&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No final da leitura fiquei com a sensação de que tem muita coisa ali que eu &lt;u&gt;quase&lt;/u&gt; entendi. Que ainda tem muita coisa ali pra revirar e descobrir.&lt;br /&gt;E isso, minha gente, é&lt;b&gt; incrível&lt;/b&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com tanta leitura fast-food (e algumas vezes, junk food) por aí, de fácil assimilação e desafio ZERO, um livro desses não tem preço.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Declan Kibers: "Ulisses te dá de volta exatamente o esforço que você deposita nele".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É exatamente assim que eu me sinto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;;)&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/123080350566866201-8370688718416628397?l=frappuccinomochabranco.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://frappuccinomochabranco.blogspot.com/feeds/8370688718416628397/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=123080350566866201&amp;postID=8370688718416628397&amp;isPopup=true' title='17 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/123080350566866201/posts/default/8370688718416628397'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/123080350566866201/posts/default/8370688718416628397'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://frappuccinomochabranco.blogspot.com/2011/10/entao-eu-li-ulisses.html' title='Então, eu li Ulisses...'/><author><name>tatiana</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09199012043949838288</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-LEsa0wpaJd8/TwYxaTH2VXI/AAAAAAAAA94/b8gIzykD1Wc/s220/IMG_0030%255B1%255D.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-Uq63ZoI_fgI/TpV_DIiz2eI/AAAAAAAAA8c/KuyTWXFHRaE/s72-c/301661_2289012938331_1039197068_2587075_1815179767_n.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>17</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-123080350566866201.post-3442867370392617140</id><published>2011-03-29T18:03:00.000-03:00</published><updated>2011-03-29T18:03:45.442-03:00</updated><title type='text'>pergunta genuína:</title><content type='html'>se eu responder comentários do blog no próprio trequinho dos comentários, a pessoa que comentou receberá minha resposta?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(pergunta genuinamente estúpida vinda duma pessoa igualmente lerda que tem blog desde 1998...)&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/123080350566866201-3442867370392617140?l=frappuccinomochabranco.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://frappuccinomochabranco.blogspot.com/feeds/3442867370392617140/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=123080350566866201&amp;postID=3442867370392617140&amp;isPopup=true' title='26 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/123080350566866201/posts/default/3442867370392617140'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/123080350566866201/posts/default/3442867370392617140'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://frappuccinomochabranco.blogspot.com/2011/03/pergunta-genuina.html' title='pergunta genuína:'/><author><name>tatiana</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09199012043949838288</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' 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href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=123080350566866201&amp;postID=4247145263439228093&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/123080350566866201/posts/default/4247145263439228093'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/123080350566866201/posts/default/4247145263439228093'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://frappuccinomochabranco.blogspot.com/2011/03/wi-fi-da-alianca-francesa.html' title='Wi fi da Aliança Francesa ='/><author><name>tatiana</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09199012043949838288</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' 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class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Adorei este librinho.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;É extremamente divertido, é fofo, é engraçado, é puro amor feito de toda a fofura do mundo todo, e eu queria muto que Harry e sua tchurma tivessem 12 anos pra sempre.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Morri de rir com a festa de aniversário de morte do Nearly Headless Nick, com a Moaning Myrtle (e que desgraça fizeram com a Moaning Myrtle no cinema, meudeusducéu, acabaram coma fantasminha chorona...), com o resultado da Polyjuice potion... até Malfoy tá engraçado nesse livro, e a rabugentice do Ron é excelente.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Esse post tá atrasadíssimo – eu já estou no quinto livro da série, mas esse até agora é o meu preferido de todos.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;;))&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/123080350566866201-8006528796816501502?l=frappuccinomochabranco.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://frappuccinomochabranco.blogspot.com/feeds/8006528796816501502/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=123080350566866201&amp;postID=8006528796816501502&amp;isPopup=true' title='5 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/123080350566866201/posts/default/8006528796816501502'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/123080350566866201/posts/default/8006528796816501502'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://frappuccinomochabranco.blogspot.com/2011/03/harry-potter-and-chamber-of-secrets.html' title='Harry Potter and the Chamber of Secrets'/><author><name>tatiana</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09199012043949838288</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-LEsa0wpaJd8/TwYxaTH2VXI/AAAAAAAAA94/b8gIzykD1Wc/s220/IMG_0030%255B1%255D.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-MxzrUPBje0c/TZJHwTL2AvI/AAAAAAAAA8Y/ZBEgN9th14k/s72-c/179606_1711687785563_1039197068_1861446_6490600_n.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>5</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-123080350566866201.post-8969937904616727409</id><published>2011-03-29T17:54:00.000-03:00</published><updated>2011-03-29T17:54:50.476-03:00</updated><title type='text'>final da quarta temporada do Californication</title><content type='html'>que bosta foi aquela?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(aliás, a quarta temporada inteira, praticamente...)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;tou parando com Californication.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;David Duchovny, tu sabe que eu te amo, mas, não dá mais, cara.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;parei.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;ps: vou começar a rever Twin Peaks pra me lembrar de como tu era bacana quando nao era podre de rico/produtor de seriado-baixaria.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;e mentira, né, que ano que vem eu vou ver a quinta temporada. inteira. e se for ruim vou reclamar pra caramba no final de novo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Californication + True Blood = curiosidade mórbida televisiva da tatiana&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/123080350566866201-8969937904616727409?l=frappuccinomochabranco.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://frappuccinomochabranco.blogspot.com/feeds/8969937904616727409/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=123080350566866201&amp;postID=8969937904616727409&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/123080350566866201/posts/default/8969937904616727409'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/123080350566866201/posts/default/8969937904616727409'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://frappuccinomochabranco.blogspot.com/2011/03/final-da-quarta-temporada-do.html' title='final da quarta temporada do Californication'/><author><name>tatiana</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09199012043949838288</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' 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href='http://frappuccinomochabranco.blogspot.com/feeds/6762789818762714412/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=123080350566866201&amp;postID=6762789818762714412&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/123080350566866201/posts/default/6762789818762714412'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/123080350566866201/posts/default/6762789818762714412'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://frappuccinomochabranco.blogspot.com/2011/03/novidade-do-dia.html' title='novidade do dia'/><author><name>tatiana</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09199012043949838288</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' 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mentira.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;mas aparentemente, só eu e mais algumas poucas pessoitas gostaram desse filme.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Somewhere é o ultimo filme da Sofia Coppola que tem o Stephen Dorf (eterno cara dos clipes do Aerosmith, pelo menos pra mim, tem jeito nao...) no papel de um ator meio bad-boy que já fez muito dinheiro nessa vida mas nao sabe muito bem o que fazer com tudo aquilo - aparentemente é o caso do caraq ue tem tudo na vida - é bonitao, é famoso, tem muita grana, tem a mulherada, é amigo do Party Boy (sério... Jackass...lembra?), tem uma filha fofa, mas leva uma vida vazia e sem rumo .&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="https://lh3.googleusercontent.com/-lgurUsdCExQ/TX1ZVNGdC2I/AAAAAAAAA8M/-C2mJVgXuDY/s1600/images+%25284%2529.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="https://lh3.googleusercontent.com/-lgurUsdCExQ/TX1ZVNGdC2I/AAAAAAAAA8M/-C2mJVgXuDY/s1600/images+%25284%2529.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;e, minha gente, náo tem coisa mais angustiante do que aquela cena em que ele vai fazer uma máscara pra um filme x de ficcçao cientifica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A "love like a sunset"do Phoenix dá o tom do filme. A parte instrumental da musica aparece em diversos trechitos do filme mas fica só naquela parte angustiante (tou ruim de vocábulos hoje, hu?) de som de equipamento começando a funcionar. Ela só evolui pros vocais no final do filme quando aparentemente (oi?) ele resolve o rumo que vai tomar na vida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É. Muito. Bonito.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;várias estrelitas.&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="https://lh6.googleusercontent.com/-eHCmuPbDcGY/SXtV103zX_I/AAAAAAAAAa4/JI7ZDI8-CQE/s1600/5stars.bmp" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="50" src="https://lh6.googleusercontent.com/-eHCmuPbDcGY/SXtV103zX_I/AAAAAAAAAa4/JI7ZDI8-CQE/s200/5stars.bmp" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/123080350566866201-7959687764408686895?l=frappuccinomochabranco.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://frappuccinomochabranco.blogspot.com/feeds/7959687764408686895/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=123080350566866201&amp;postID=7959687764408686895&amp;isPopup=true' title='5 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/123080350566866201/posts/default/7959687764408686895'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/123080350566866201/posts/default/7959687764408686895'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://frappuccinomochabranco.blogspot.com/2011/03/em-cartaz-ta-aina-sim-acabei-de-ver-no.html' title='Em cartaz (tá ainda sim, acabei de ver no google...) : Somewhere - 2010'/><author><name>tatiana</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09199012043949838288</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-LEsa0wpaJd8/TwYxaTH2VXI/AAAAAAAAA94/b8gIzykD1Wc/s220/IMG_0030%255B1%255D.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='https://lh4.googleusercontent.com/-aK3Vq_gVBXc/TX1ZPGbGJsI/AAAAAAAAA8I/of5WSBAWaIc/s72-c/images+%25283%2529.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>5</thr:total></entry></feed>
